Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

General recebe salário de R$ 35 mil, revela coluna do Estadão

General da reserva Mário Fernandes alega que plano de assassinato era apenas uma ideia e não foi compartilhado com outros. Defesa pede liberdade.

General Mário Fernandes, ex-comandante de Operações Especiais do Exército (Foto: Isac Nóbrega/PR)
0:00
Carregando...
0:00
  • O general da reserva Mário Fernandes é acusado de planejar assassinatos de autoridades, incluindo o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes.
  • Em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), ele afirmou que o “Plano Punhal Verde e Amarelo” era apenas um “pensamento digitalizado” e não foi compartilhado.
  • A defesa de Fernandes pediu a revogação da prisão preventiva, destacando que ele não confessou ter um plano de assassinato.
  • O general, que recebe um salário de R$ 35 mil do Exército, é réu em uma ação penal relacionada ao golpe de Estado.
  • A proposta de encerrar o benefício de pensão à família em caso de expulsão enfrenta resistência na Câmara dos Deputados.

O general da reserva Mário Fernandes foi identificado como o autor de um plano para assassinar autoridades, incluindo o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes. O militar, que já foi secretário-executivo na gestão Bolsonaro, enfrenta graves acusações.

Em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), Fernandes descreveu o chamado “Plano Punhal Verde e Amarelo” como um mero “pensamento digitalizado”, que não foi compartilhado com ninguém. Ele afirmou que o documento, que foi impresso no Palácio do Planalto, era uma análise de riscos que ele decidiu digitalizar.

A defesa do general argumentou que ele não confessou ter um plano de assassinato e pediu a revogação da prisão preventiva, alegando que o documento não foi compartilhado com outros acusados. Os advogados solicitaram que o STF aplicasse as mesmas medidas cautelares impostas ao ex-presidente Bolsonaro, que atualmente usa tornozeleira eletrônica.

Além disso, Fernandes, que é réu na ação penal relacionada ao golpe de Estado, continua a receber um salário de R$ 35 mil do Exército. Mesmo que seja condenado e expulso, ele poderá manter parte desse valor em forma de pensão à família, uma prática conhecida como “morte ficta”. Essa situação já ocorreu com outros militares expulsos por condenações, e o governo tentou encerrar o benefício, mas a proposta enfrenta resistência na Câmara dos Deputados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais