Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Juiz veta uso de farda por coronéis em audiência sobre golpe militar

Coronéis enfrentam restrições em interrogatórios sobre plano de golpe; juiz defende proibição de uniformes militares durante depoimentos.

Em audiência presidida pelo o juiz auxiliar Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, os réus do núcleo 3 da ação penal da trama golpista prestam seus depoimentos ao Supremo Tribunal Federal. (Foto: Reprodução via Youtube)
0:00
Carregando...
0:00
  • Durante o terceiro ciclo de interrogatórios sobre um suposto plano de golpe em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, os coronéis Rafael Moraes de Oliveira e Hélio Ferreira Lima foram proibidos de usar uniformes militares.
  • A proibição gerou protestos de suas defesas, que alegaram constrangimento para os réus.
  • O juiz Rafael Henrique Janela Tamai Rocha esclareceu que a acusação se dirige a militares específicos e não ao Exército.
  • Os coronéis devem se apresentar em trajes civis até o final do dia 28.
  • A defesa de Hélio Ferreira Lima solicitou o adiamento do depoimento, mas o juiz negou o pedido, permitindo que as conclusões periciais fossem anexadas posteriormente.

Durante o terceiro ciclo de interrogatórios na ação penal sobre um suposto plano de golpe em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, os coronéis Rafael Moraes de Oliveira e Hélio Ferreira Lima enfrentaram um impasse. Ambos foram proibidos de usar uniformes militares, o que gerou protestos de suas defesas.

O juiz Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que atua no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, esclareceu que a acusação se dirige a militares específicos, e não ao Exército como um todo. Os oficiais têm até o final do dia 28 para se apresentarem em trajes civis durante os depoimentos. A defesa de Moraes questionou a fundamentação legal da proibição, argumentando que a situação expôs o coronel a um constrangimento, sugerindo que ele usasse uma “roupa emprestada”.

A defesa de Hélio Ferreira Lima também registrou que o coronel foi instruído a retirar seu uniforme. O juiz reafirmou que os militares estão na condição de réus e não de testemunhas, o que justifica a proibição do uso de fardas. Além disso, a defesa de Ferreira Lima solicitou o adiamento do depoimento, alegando que os exames periciais solicitados ainda não estavam concluídos. O juiz, no entanto, negou o pedido, permitindo que as conclusões periciais fossem anexadas após o depoimento, com a possibilidade de uma nova audiência, se necessário.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais