- Comissários de bordo da United Airlines rejeitaram novo contrato de trabalho.
- O contrato previa aumentos salariais de pelo menos 26% e melhorias nas condições de trabalho.
- A decisão foi anunciada pela Associação de Comissários de Bordo-CWA.
- Desde 2020, os comissários não recebiam aumentos, e a proposta foi considerada insuficiente.
- A rejeição reflete a insatisfação crescente entre trabalhadores do setor aéreo por melhores condições e remuneração.
Os comissários de bordo da United Airlines rejeitaram um novo contrato de trabalho que previa aumentos salariais de pelo menos 26% e melhorias nas condições de trabalho. A decisão foi anunciada pela Associação de Comissários de Bordo-CWA nesta terça-feira. Desde 2020, os profissionais não recebiam aumentos, e a proposta atual foi considerada insuficiente.
O acordo preliminar, alcançado em maio, incluía benefícios que visavam melhorar a qualidade de vida dos comissários. No entanto, a insatisfação com a proposta levou à votação que resultou na rejeição do contrato. Ken Diaz, presidente da seção da união na United, afirmou que a decisão foi uma mensagem clara à administração da companhia, destacando os anos de sacrifício e trabalho árduo dos comissários.
A pressão por aumentos salariais não é uma questão isolada. Comissários de bordo de outras companhias aéreas, assim como pilotos e outros grupos de trabalho, também têm buscado melhores condições e remuneração desde o impacto da pandemia. A rejeição do contrato pela United Airlines reflete um movimento crescente entre os trabalhadores do setor aéreo, que exigem reconhecimento e compensação adequados por seus esforços.
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