- João Amoedo, ex-presidente do Partido Novo, criticou Eduardo Bolsonaro, deputado federal, e pediu a cassação de seu mandato.
- Amoedo questionou a Câmara dos Deputados sobre a demora em tomar uma decisão sobre Eduardo, que está nos Estados Unidos.
- Eduardo Bolsonaro afirmou que está trabalhando para evitar o diálogo com uma comitiva de senadores brasileiros que viajou aos EUA para discutir tarifas impostas pelo presidente Donald Trump.
- A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também criticou Eduardo, chamando-o de “traíra” e defendendo sua cassação.
- As tensões refletem um cenário político conturbado, com expectativas sobre a resposta da Câmara dos Deputados.
João Amoedo, ex-presidente do Partido Novo, criticou a atuação de Eduardo Bolsonaro, deputado federal (PL-SP), e cobrou a cassação de seu mandato. Em uma postagem nas redes sociais, Amoedo questionou a Câmara dos Deputados sobre a demora em deliberar sobre a situação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra nos Estados Unidos.
Eduardo Bolsonaro, em entrevista ao SBT News, afirmou que está trabalhando “para que eles não encontrem o diálogo”, referindo-se a uma comitiva de senadores brasileiros que viajou aos EUA para discutir soluções ao tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump. Amoedo destacou: “O que falta para a Câmara dos Deputados cassar o mandato desse parlamentar, que, pago com o nosso dinheiro, trabalha contra o nosso país?”
Na comitiva, estão os ex-ministros Marcos Pontes (PL-SP) e Tereza Cristina (PP-MS). Eduardo já havia classificado a viagem como um “desrespeito” e “fadada ao fracasso”. Os senadores presentes tentam criticar a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tereza Cristina afirmou que “o Brasil não pode ser refém do populismo” e criticou as negociações com o governo americano.
Reações e Críticas
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também se manifestou contra Eduardo Bolsonaro, chamando-o de “traíra” e defendendo a cassação de seu mandato. Ela declarou: “Com certeza, espero que a Câmara dos Deputados tome medidas para que esse traíra não possa mais representar nenhuma instituição brasileira.” Gleisi ressaltou que o presidente Lula continua apostando no diálogo com as autoridades americanas, repudiando as “sanções agressivas” contra o Brasil.
As tensões entre Eduardo Bolsonaro e a comitiva de senadores refletem um cenário político conturbado, onde as críticas se intensificam em meio a negociações internacionais. A expectativa agora recai sobre a Câmara dos Deputados e sua resposta à pressão por uma ação em relação ao mandato do deputado.
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