- A juíza Tula Correa de Mello decretou a prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, e Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira.
- Eles são acusados de tentativa de homicídio contra policiais durante uma operação no Joá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 22 de julho.
- Durante a ação, os acusados atacaram os policiais arremessando sete pedras, uma pesando 4,85 quilos.
- A juíza destacou a gravidade do ataque e a influência negativa de Oruam sobre jovens, além da possibilidade de fuga.
- Oruam está detido na Penitenciária Dr. Serrano Neves, conhecida como Bangu 3, enquanto aguarda o andamento do processo.
A juíza Tula Correa de Mello, do III Tribunal do Júri da Comarca da Capital, decretou a prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, e Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira. Ambos são acusados de tentativa de homicídio contra policiais durante uma operação no Joá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, ocorrida em 22 de julho.
Durante a ação, a polícia buscava cumprir um mandado de apreensão de um adolescente suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. Oruam e Willyam atacaram os policiais arremessando sete pedras, uma delas pesando 4,85 kg, com potencial para causar ferimentos graves. O delegado Moysés Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz foram os alvos do ataque.
A juíza fundamentou sua decisão com base em depoimentos das vítimas e laudos periciais que confirmaram a gravidade do ato. As pedras poderiam ter causado a morte dos policiais, e a postura desafiadora dos acusados foi considerada um risco à ordem pública. Oruam, que possui um histórico criminal, foi destacado pela juíza como uma influência negativa sobre jovens, incitando comportamentos violentos.
A decisão de prisão preventiva foi também motivada pela possibilidade de fuga dos acusados. A magistrada enfatizou a necessidade de medidas firmes para garantir a paz pública e a aplicação da lei penal. Atualmente, Oruam encontra-se detido na Penitenciária Dr. Serrano Neves, conhecida como Bangu 3, enquanto aguarda o desenrolar do processo judicial.
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