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Mudanças na Indústrias Nucleares do Brasil trazem novos diretores e desafios

Mudanças na diretoria da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) estão confirmadas, mas reunião para aprovar as trocas foi desmarcada.

Foto: Reprodução
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  • A reunião extraordinária do conselho de administração da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) foi desmarcada.
  • A nova data para o encontro ainda não foi definida.
  • Mudanças na diretoria estão confirmadas, incluindo a presidência e as diretorias de Mineração, Finanças e Combustível Nuclear.
  • Adauto Seixas será substituído por Marcelo Xavier de Castro, indicado pelo deputado Hugo Leal (PSD-RJ).
  • Tomás Pessoa (MDB) assumirá a diretoria de Mineração, Itamar de Almeida ficará com Finanças e Alexandre Gromann será o novo diretor de Combustível Nuclear, com apoio do PSD de Minas Gerais.

Foi desmarcada uma reunião extraordinária do conselho de administração da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que deliberaria sobre mudanças na diretoria. A nova data para o encontro ainda não foi definida. Contudo, as alterações na liderança da estatal, que detém o monopólio do urânio no Brasil, estão confirmadas.

O atual presidente, Adauto Seixas, será substituído por Marcelo Xavier de Castro, engenheiro da casa, indicado sob a influência do deputado Hugo Leal (PSD-RJ). Para a diretoria de Mineração, Tomás Pessoa, indicado pelo MDB, assumirá o cargo. A diretoria de Finanças ficará com Itamar de Almeida, que já teve passagem pela INB em 2003, no governo Lula, e é apadrinhado pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). Por fim, Alexandre Gromann, servidor da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), será o novo diretor de Combustível Nuclear, com apoio do PSD de Minas Gerais.

Essas mudanças refletem a influência política nas estatais e a busca por alinhamento com o governo atual. A INB, que desempenha um papel crucial na indústria nuclear do país, passa por um momento de transição que pode impactar suas operações e estratégias futuras. A expectativa é que as novas lideranças tragam direções diferentes para a estatal, especialmente em um setor tão estratégico como o de energia nuclear.

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