- O julgamento do policial militar Valdecir Silva de Lima Dias ocorrerá no dia 25 de setembro, às 15h, em São Paulo.
- Ele é acusado de disparar uma arma durante um incidente com a deputada federal licenciada Carla Zambelli em outubro de 2022.
- O disparo foi feito enquanto Zambelli, armada, se dirigia ao jornalista Luan Araújo.
- Valdecir alegou que o disparo foi acidental e negou estar prestando segurança privada à então candidata.
- O caso de Zambelli foi desmembrado e enviado ao Supremo Tribunal Federal, onde ela foi condenada a cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.
A Justiça de São Paulo agendou para o dia 25 de setembro, às 15h, o julgamento do policial militar Valdecir Silva de Lima Dias. Ele é acusado de disparar uma arma durante um incidente que envolveu a deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) em outubro de 2022. O evento ocorreu no bairro dos Jardins, em São Paulo, quando Zambelli, armada, se dirigiu em direção ao jornalista Luan Araújo e Valdecir disparou para o alto.
O policial, que estava responsável pela segurança de Zambelli, alegou que o disparo foi acidental, afirmando que seu “joelho falhou”. Ele também negou que estivesse prestando segurança privada à então candidata. O caso de Zambelli foi desmembrado e enviado ao Supremo Tribunal Federal, onde ela já foi condenada a cinco anos e três meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.
Detalhes do Julgamento
Para a sessão de setembro, a juíza Luciane Jabur Mouchaloite Figueiredo, da 21ª Vara Criminal de São Paulo, convocou oito testemunhas, sendo quatro de defesa e quatro de acusação. O jornalista Luan Araújo, que foi alvo do incidente, também deverá comparecer. A expectativa é que o julgamento esclareça os detalhes do ocorrido e a responsabilidade do policial.
Recentemente, Zambelli foi presa na Itália após permanecer foragida por dois meses. Sua fuga ocorreu após uma condenação no STF a dez anos de prisão por ter orquestrado uma invasão hacker nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O desdobramento desses casos continua a atrair atenção da mídia e do público, refletindo a complexidade da situação legal da ex-deputada.
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