- Claudia Sheinbaum, presidenta do México, lidera a aprovação na América Latina com 62%, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel.
- O levantamento mostra que 33% desaprovam seu governo.
- Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, ocupa o segundo lugar com 50% de aprovação e 50% de desaprovação.
- Dina Boluarte, presidenta do Peru, apresenta os piores índices, com apenas 7% de aprovação e 90% de desaprovação.
- A pesquisa abrange presidentes de seis países e foi realizada em parceria com a Bloomberg, com amostras variando entre 2.103 e 7.334 entrevistados.
A presidenta do México, Claudia Sheinbaum, se destaca como a líder mais aprovada da América Latina, com 62% de aprovação, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel. O levantamento, que abrange presidentes de seis países da região, mostra que 33% desaprovam seu governo. Sheinbaum, que tomará posse em 1º de outubro de 2024, é vista como uma exceção em um cenário político desafiador.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva segue em segundo lugar, com 50% de aprovação e 50% de desaprovação. Sua avaliação melhorou em relação a pesquisas anteriores, com 47% considerando seu governo “bom ou ótimo”. Em contraste, a presidenta do Peru, Dina Boluarte, enfrenta a pior situação, com apenas 7% de aprovação e 90% de desaprovação, refletindo um descontentamento generalizado.
Cenário Regional
Na Argentina, o presidente Javier Milei apresenta 45% de aprovação, enquanto Gabriel Boric, do Chile, tem 39%. O colombiano Gustavo Petro registra apenas 30% de aprovação. Esses dados indicam um cenário de crescente instabilidade política na região, com líderes enfrentando desafios internos significativos.
A pesquisa foi realizada em parceria com a Bloomberg, utilizando a mesma metodologia (AtlasRDR) em todos os países. O volume de entrevistados e a margem de erro variam: no Brasil, foram 7.334 entrevistados, com margem de erro de 1 ponto percentual. Na Argentina, a amostra foi de 4.080 pessoas, enquanto no México foram 4.310. O levantamento no Chile, realizado entre 21 e 24 de julho, contou com 2.103 entrevistados.
Os resultados revelam uma disputa acirrada pelo apoio popular na América Latina, com Sheinbaum se destacando em um contexto de desafios para seus pares.
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