- Fernando Collor, ex-presidente do Brasil, está em prisão domiciliar há três meses, após ser transferido do presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió.
- A decisão foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 1º de maio.
- Collor reside em uma cobertura de 600 metros quadrados à beira-mar, no bairro Jatiúca, e é monitorado por tornozeleira eletrônica.
- Ele tem recebido poucas visitas e sua comunicação nas redes sociais está restrita, com a última postagem em 21 de abril.
- Desde sua prisão, poucos políticos manifestaram apoio a Collor, destacando-se o vereador Kelmann Vieira, que criticou a falta de apoio.
O ex-presidente Fernando Collor, 75 anos, está em prisão domiciliar há três meses, após ser transferido do presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió, onde cumpria pena de oito anos e dez meses por corrupção. A decisão foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, em 1º de maio.
Atualmente, Collor reside em uma cobertura de 600 metros quadrados à beira-mar, no bairro Jatiúca. O imóvel possui três suítes, piscina e é monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele tem recebido poucas visitas, incluindo um fisioterapeuta, e sua comunicação nas redes sociais está restrita, com a última postagem datada de 21 de abril.
Os vizinhos o descrevem como discreto, sem alarde em sua presença. As luzes do apartamento são acesas à noite, mas as persianas garantem privacidade. A defesa do ex-presidente afirma que a decisão judicial está sendo cumprida integralmente. Collor só pode sair de casa para consultas médicas previamente agendadas e seu passaporte foi suspenso.
Desde sua prisão, poucos políticos manifestaram apoio a Collor, com destaque para o vereador Kelmann Vieira (MDB), que criticou aqueles que se afastaram do ex-presidente. A decisão do STF não restringe o uso de telefone ou internet, permitindo que Collor utilize esses meios em casa.
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