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Educador é demitido após comparar sionismo a nazismo em postagem polêmica

Colégio Bandeirantes demite assistente de ensino após comparação entre sionismo e nazismo, reforçando compromisso com respeito e diversidade

Colégio Bandeirantes, no Paraíso, demitiu educador após postagem. (Foto: JF Diório/Estadão)
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  • O Colégio Bandeirantes, em São Paulo, demitiu um assistente de ensino por comparar sionismo e nazismo em redes sociais.
  • Wellington Zorzetti, contratado para lecionar Física, publicou a frase “Sionismo é igual Nazismo” e recebeu críticas.
  • A escola se manifestou com indignação, afirmando que a atitude não representa seus valores de respeito e diversidade.
  • Zorzetti também lecionava no Colégio Lourenço Castanho, que confirmou seu desligamento.
  • A polêmica surge em meio a intensos debates sobre sionismo devido aos conflitos recentes em Gaza.

O Colégio Bandeirantes, tradicional instituição de ensino em São Paulo, demitiu um assistente de ensino após ele publicar uma comparação entre sionismo e nazismo nas redes sociais. Wellington Zorzetti, contratado em fevereiro para atuar na área de Física, postou uma imagem com a frase “Sionismo é igual Nazismo” e comentou “É isso!”.

A escola tomou conhecimento da postagem quando foi marcada por um perfil que denuncia discursos de ódio. Em comunicado, o colégio expressou sua profunda indignação e tristeza com o ocorrido, afirmando que a atitude do assistente não reflete os valores da instituição. A nota ressaltou que “atos de intolerância não têm espaço em nossa escola” e que a comunidade escolar valoriza o respeito e a diversidade.

Zorzetti, que também lecionava no Colégio Lourenço Castanho, teve suas redes sociais fechadas e não se manifestou publicamente após a demissão. O colégio Lourenço Castanho confirmou que também desligou o funcionário. O assistente, formado em Física pela USP, já havia trabalhado em outras instituições da capital.

A comparação feita por Zorzetti entre sionismo e nazismo gerou polêmica, especialmente em um contexto onde o debate sobre o sionismo se intensificou devido aos recentes conflitos em Gaza. O sionismo, que surgiu no século 19, é visto por seus defensores como um movimento de proteção ao povo judeu, enquanto críticos apontam que pode ser utilizado para fins racistas.

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