- Ynaê Lopes de Luis Santos participou do painel O Brasil no Espelho na Festa Internacional de Paraty (Flip) em 1 de agosto de 2025.
- A professora abordou a complexidade do racismo estrutural no Brasil e suas raízes na sociedade.
- Ela destacou que a situação da população de rua seria diferente se essa população fosse predominantemente branca.
- Lopes de Luis Santos afirmou que o racismo é um problema profundo e complexo, que requer um enfrentamento eficaz.
- A normalização do racismo dificulta o reconhecimento da urgência de lidar com essa questão na sociedade brasileira.
Ynaê Lopes de Luis Santos, teórica e professora, participou do painel O Brasil no Espelho na Festa Internacional de Paraty (Flip) nesta sexta-feira, 1. Durante sua fala, abordou a complexidade do racismo estrutural no Brasil, enfatizando suas raízes e impactos na sociedade contemporânea.
A professora destacou que a situação da população de rua no Brasil seria drasticamente diferente se essa população fosse predominantemente branca. “O problema do racismo é complexo, é profundo, não é algo simples de se resolver. Precisamos lidar com o racismo, lembrando que é algo estrutural firmado na sociedade há muito tempo”, afirmou.
Lopes de Luis Santos ressaltou que a normalização do racismo na sociedade brasileira torna a questão ainda mais desafiadora. A banalização do problema impede que a sociedade reconheça a urgência de enfrentá-lo de maneira eficaz.
A discussão sobre racismo estrutural é fundamental para entender as desigualdades sociais no Brasil. Eventos como a Flip proporcionam um espaço para que especialistas e o público em geral reflitam sobre essas questões, promovendo um diálogo necessário para a transformação social.
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