- No último domingo, manifestações em apoio a Jair Bolsonaro e contra o ministro Alexandre de Moraes ocorreram em 20 cidades, com a participação de 37,6 mil pessoas em São Paulo.
- Os atos pedem anistia para Bolsonaro e foram impulsionados por sanções de Donald Trump a Moraes, visando influenciar o julgamento do ex-presidente em setembro.
- A ausência de Bolsonaro e de governadores cotados para 2026, como Tarcísio de Freitas, gerou discussões entre os organizadores.
- O ato principal ocorreu na Avenida Paulista, com a presença de políticos como o prefeito Ricardo Nunes e o pastor Silas Malafaia, que criticaram a falta de figuras da direita.
- Em Brasília, os manifestantes se concentraram perto da sede do Banco Central, enquanto em outras cidades, discursos exaltavam Bolsonaro e criticavam o governo Lula.
Os atos bolsonaristas deste domingo (3) mobilizaram 37,6 mil pessoas em São Paulo e ocorreram em 20 cidades em apoio a Jair Bolsonaro e contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. As manifestações, que pedem anistia para Bolsonaro, foram impulsionadas por recentes sanções impostas por Donald Trump a Moraes, visando pressionar o STF em relação ao julgamento do ex-presidente, previsto para setembro.
A ausência de Bolsonaro e de governadores cotados para 2026, como Tarcísio de Freitas, gerou discussões entre os organizadores. Tarcísio, que passou por um procedimento médico, não compareceu, assim como outros governadores, exceto Cláudio Castro, do Rio de Janeiro. O ato na avenida Paulista foi o principal, com contagem realizada pelo Monitor do Debate Político do Cebrap e pela ONG More in Common.
Os manifestantes exibiram bandeiras dos EUA e de Israel, além de cartazes de agradecimento a Trump. O prefeito Ricardo Nunes e outros políticos, como o pastor Silas Malafaia, estiveram presentes e criticaram a ausência de figuras da direita. Malafaia afirmou que os ausentes estavam com medo do STF e que a corrida presidencial de 2026 é de Bolsonaro.
Em Brasília, os manifestantes se concentraram próximos à sede do Banco Central, enquanto em Curitiba e Belo Horizonte, discursos exaltavam Bolsonaro e criticavam o governo Lula. A organização de atos em diversas cidades visou facilitar a participação e dar protagonismo a parlamentares locais.
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