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Avó lidera império de drogas milionário com ajuda da própria família na Inglaterra

Matriarca de quadrilha familiar, Deborah Mason, movimentou quase uma tonelada de cocaína e gerou lucros de até 110 milhões de dólares

Deborah Mason era chamada de "gângster Debbs" e recrutou seus quatro filhos para distribuir cocaína pelo Reino Unido (Foto: Polícia Metropolitana)
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  • Deborah Mason, conhecida como “gângster Debbs”, foi condenada a 20 anos de prisão por conspiração para fornecimento de drogas no Reino Unido.
  • Ela liderava uma quadrilha familiar que recrutou seus quatro filhos para distribuir quase uma tonelada de cocaína, gerando lucros de até 110 milhões de dólares.
  • A investigação da Polícia Metropolitana começou em abril de 2023, após agentes observarem Mason carregando caixas em um carro alugado em Harwich, Essex.
  • A quadrilha operava em portos e realizava entregas de cocaína em várias cidades britânicas, sendo monitorada por sete meses.
  • Outros membros da quadrilha também foram condenados, com penas entre 10 e 15 anos, e todos agiram por motivos financeiros, segundo a promotora.

Deborah Mason, conhecida como “gângster Debbs”, foi condenada a 20 anos de prisão por conspiração para fornecimento de drogas no Reino Unido. A matriarca de uma quadrilha familiar, ela recrutou seus quatro filhos para distribuir quase uma tonelada de cocaína, gerando lucros de até 110 milhões de dólares.

A investigação da Polícia Metropolitana começou após agentes disfarçados observarem Mason em abril de 2023, carregando caixas em um carro alugado em Harwich, Essex. A quadrilha, que operava principalmente nos portos de Harwich, Folkstone e Dover, realizava entregas de cocaína em várias cidades britânicas, incluindo Londres, Cardiff e Manchester. Durante sete meses, Mason e seus cúmplices foram monitorados, realizando 20 viagens e transportando pelo menos 356 quilos de cocaína.

O tribunal ouviu que a quadrilha utilizava codinomes e se comunicava através do aplicativo Signal. Mason mantinha uma relação próxima com seu fornecedor, conhecido apenas como “Bugsy”, e chegou a viajar com ele para Dubai. O juiz Philip Shorrock destacou que Mason tinha um “papel de comando” na operação, corrompendo seus filhos ao invés de protegê-los.

Os lucros do tráfico permitiram que Mason levasse um estilo de vida luxuoso, incluindo compras extravagantes para seu gato e gastos com viagens. Além de Mason, outros membros da quadrilha também foram condenados, com penas variando entre 10 e 15 anos. A promotora Charlotte Hole afirmou que não houve coerção, e todos os envolvidos agiram por motivos financeiros. O detetive Jack Kraushaar descreveu a operação como “sofisticada” e extremamente lucrativa.

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