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Milton Nascimento defende ação judicial contra o Cruzeiro em nova manifestação

Milton Nascimento e parceiros processam Cruzeiro por uso indevido de música e buscam R$ 50 mil em danos morais após ofensas nas redes sociais

Milton Nascimento se manifesta sobre processo contra Cruzeiro: 'defesa legítima do trabalho artístico' (Foto: Divulgação/Marcos Hermes)
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  • Milton Nascimento, junto com Lô e Márcio Borges, processou o Cruzeiro Esporte Clube por uso não autorizado da canção “Clube da Esquina nº 2” em um vídeo promocional.
  • O vídeo foi veiculado em 1º de janeiro de 2025, sem diálogo prévio com os artistas.
  • A ação judicial, que tramita na 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, pede R$ 50 mil por danos morais para cada músico.
  • Milton lamentou ataques nas redes sociais e anunciou que tomará medidas legais contra ofensas.
  • A equipe do artista destacou a importância da propriedade intelectual e afirmou que tentativas de resolução amigável foram ignoradas pelo clube.

Milton Nascimento, em conjunto com Lô e Márcio Borges, processou o Cruzeiro Esporte Clube por uso não autorizado da canção “Clube da Esquina nº 2” em um vídeo promocional. O material foi veiculado em 1º de janeiro de 2025, sem qualquer diálogo prévio com os artistas. A ação judicial, que tramita na 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, busca uma indenização de R$ 50 mil por danos morais para cada um dos músicos.

Em nota divulgada nas redes sociais, Milton lamentou os ataques recebidos após a divulgação do processo. A equipe do cantor destacou que comentários ofensivos estão sendo registrados e que medidas legais serão tomadas contra os responsáveis. A nota enfatiza que a ação não é uma disputa por dinheiro, mas sim uma defesa da propriedade intelectual e do trabalho artístico.

A equipe de Milton Nascimento comparou o uso não autorizado da música a um atleta que jogasse sem remuneração, apenas “por amor” ao clube. “Música é trabalho, é sustento,” afirmou a nota, ressaltando que tentativas de resolução amigável foram ignoradas pelo Cruzeiro. Até o momento, o clube não se manifestou sobre o caso, que levanta questões sobre os direitos dos artistas na era digital.

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