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Fisiculturista é denunciado por tentativa de feminicídio após agredir médica

Médica agredida por namorado em Moema enfrenta recuperação após fraturas faciais e cirurgias, enquanto caso avança para o Tribunal do Júri

Pedro Camilo Garcia, de 24 anos, permanece preso por agredir a namorada, de 27 anos (Foto: Reprodução/Redes sociais)
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  • O Ministério Público de São Paulo denunciou Pedro Camilo Garcia por tentativa de feminicídio após agredir sua namorada, uma médica, em Moema, na madrugada de 14 de julho.
  • A agressão ocorreu motivada por ciúmes, quando Pedro viu mensagens da namorada enviando fotos a outro homem.
  • A médica sofreu fraturas faciais, passou por várias cirurgias e deve realizar um enxerto ósseo.
  • Após o ataque, ela foi socorrida e internada até 16 de julho. Pedro fugiu, mas foi preso e sua prisão preventiva foi confirmada em audiência no dia 15 de julho.
  • O caso segue para instrução no Tribunal do Júri da capital paulista.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou Pedro Camilo Garcia, um fisiculturista de 24 anos, por tentativa de feminicídio após agredir sua namorada, uma médica de 27 anos, em um apartamento em Moema, na madrugada de 14 de julho. O crime foi motivado por ciúmes, quando Pedro visualizou mensagens em que a namorada enviava fotos sensuais a outro homem.

A agressão resultou em fraturas faciais na vítima, que já passou por várias cirurgias, incluindo procedimentos no nariz e na arcada dentária. Atualmente, ela continua em recuperação e deve realizar um enxerto ósseo, dependendo dos resultados de uma tomografia 3D. A advogada da médica, Gabriela Manssur, destacou que a denúncia é um passo importante na busca por justiça.

Após o ataque, a médica foi socorrida por policiais militares e internada até 16 de julho. Pedro, que fraturou um osso da mão durante a agressão, fugiu para Santos, mas foi localizado e preso. Sua prisão em flagrante foi convertida em preventiva após audiência de custódia no dia 15 de julho. O caso agora segue para instrução no Tribunal do Júri, na 4ª Vara do Júri da capital paulista.

A defesa da médica informou que ela está recebendo apoio médico e emocional de familiares e amigos. A situação expõe a gravidade da violência contra a mulher e a necessidade de medidas efetivas para a proteção das vítimas. A médica não se lembra da agressão e continua a enfrentar um longo processo de recuperação.

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