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Chefe da DPU conta com apoio de Lula para sua recondução ao cargo

Leonardo Magalhães destaca a urgência de acordos para vítimas da fraude no INSS e busca ampliar acesso à Justiça em novo mandato na DPU

Defensor público-geral federal, Leonardo Magalhães: candidato à recondução (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
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  • Leonardo Magalhães, defensor público-geral federal, busca recondução ao cargo em novo mandato de dois anos.
  • As inscrições para a eleição da Defensoria Pública da União (DPU) começam em 4 de setembro.
  • Um total de 683 defensores públicos federais terá direito a voto.
  • Magalhães enfatiza a importância do acordo de reparação para vítimas de fraudes no INSS, visando evitar colapso no sistema judiciário.
  • Ele pretende ampliar o acesso à Justiça, mesmo com orçamento limitado, e a lista tríplice resultante da eleição será enviada ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para escolha final.

Leonardo Magalhães busca recondução na DPU com apoio de Lula

Leonardo Magalhães, atual defensor público-geral federal, manifestou interesse em ser reconduzido ao cargo em um novo mandato de dois anos. Ele assumiu a DPU em janeiro de 2024 e conta com o apoio do presidente Lula. As inscrições para a eleição começam em 4 de setembro, onde 683 defensores públicos federais poderão votar.

Magalhães destacou a importância do acordo de reparação para as vítimas da fraude no INSS, que pode evitar um colapso no sistema judiciário. Ele mencionou que cerca de 8,4 milhões de ações já estão em tramitação na Justiça Federal, e um aumento significativo nesse número poderia sobrecarregar a DPU. O acordo homologado pelo STF visa garantir segurança jurídica e evitar o crescimento do estoque de precatórios, um problema fiscal para a União.

Em sua gestão, Magalhães tem promovido uma visão da DPU como uma instituição voltada para a conciliação, ao invés de um órgão apenas litigioso. Ele afirmou que, em um eventual segundo mandato, pretende continuar ampliando o acesso à Justiça, mesmo diante de um orçamento limitado. A lista tríplice resultante da eleição será submetida a Lula, e o escolhido ainda precisará ser aprovado pelo Senado.

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