- A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, anunciou a abertura de uma investigação com um grande júri sobre alegações de conspiração contra Donald Trump.
- A decisão foi motivada por denúncias da ex-candidata à presidência Tulsi Gabbard, que citou ex-funcionários do governo Barack Obama.
- A investigação examina alegações de que membros da administração Obama manipularam informações sobre a interferência russa nas eleições de 2016.
- Gabbard afirmou que um relatório desclassificado revela um “golpe” contra Trump, enquanto Trump acusou Obama de traição.
- Ex-altos funcionários, como John Brennan e James Comey, estão sob investigação criminal, mas ambos negam irregularidades.
A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, anunciou a abertura de uma investigação com um grande júri sobre alegações de conspiração contra Donald Trump. A decisão foi motivada por denúncias feitas pela ex-candidata à presidência Tulsi Gabbard, que apontou ex-funcionários do governo Barack Obama como supostos responsáveis por uma campanha para deslegitimar a vitória de Trump nas eleições de 2016.
A investigação se concentra em alegações de que membros da administração Obama teriam manipulado informações sobre a interferência russa nas eleições. Gabbard afirmou que um relatório desclassificado revela um “golpe” contra Trump, sugerindo que a inteligência sobre a suposta interferência foi politizada. Em resposta, Trump acusou Obama de “traição”, enquanto um porta-voz do ex-presidente considerou a acusação “bizarra”.
A nova investigação pode resultar em acusações formais, dependendo das evidências apresentadas ao grande júri. A Fox News relatou que ex-altos funcionários, como John Brennan e James Comey, estão sob investigação criminal relacionada ao caso. Ambos negam qualquer irregularidade e acusam Trump de tentar subverter o sistema de justiça.
A discussão sobre a chamada “trama russa” foi reacendida após a divulgação de um apêndice de uma investigação anterior, que menciona um e-mail que sugere um plano para desacreditar Trump. Embora o e-mail não constitua uma ilegalidade, aliados de Trump afirmam que ele pode indicar a participação de investigadores federais em uma possível conspiração. Contudo, a investigação principal, liderada pelo ex-procurador especial Robert Mueller, não encontrou provas de conluio entre Trump e a Rússia.
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