- A Universidade de São Paulo (USP) publicou uma nota de apoio ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em resposta às sanções do governo dos Estados Unidos.
- As sanções foram justificadas pela aplicação da Lei Magnitsky e incluem o congelamento de bens de Moraes nos EUA e restrições financeiras.
- A USP criticou as medidas, afirmando que visam “criar constrangimento e ferir a autonomia” do magistrado, que é central nas investigações sobre a trama golpista de 2022.
- A universidade considera as sanções infundadas e sem respaldo jurídico, além de não condizerem com a tradição das relações entre Brasil e Estados Unidos.
- A nota reafirma a solidariedade da USP a Moraes, destacando seu papel como professor e juiz e seu compromisso com o direito de defesa.
A Universidade de São Paulo (USP) manifestou apoio ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em resposta às sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos. A nota, divulgada nesta segunda-feira, 4, critica a aplicação da Lei Magnitsky, que foi utilizada como justificativa para as restrições.
De acordo com a USP, as sanções visam “criar constrangimento e ferir a autonomia” do magistrado, que tem sido central nas investigações sobre a trama golpista de 2022. A universidade considera que as medidas são infundadas e não têm respaldo jurídico, além de não se alinharem com a tradição das relações entre Brasil e Estados Unidos.
As sanções, anunciadas na quarta-feira, 30, incluem o congelamento de bens de Moraes nos EUA e restrições em operações financeiras. A USP ressalta que o ministro cumpre seu dever legal ao conduzir o processo, garantindo o direito de defesa aos acusados, que é analisado de forma colegiada pelo STF.
A nota também enfatiza que Moraes não está sozinho em sua luta, reafirmando a solidariedade da instituição. A USP destaca a importância do papel do ministro como professor e juiz, expressando respeito e admiração por sua atuação.
Entre na conversa da comunidade