- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, citando tentativas de coação à Corte.
- A decisão ocorreu após investigações sobre os atos de 8 de janeiro, quando Bolsonaro já estava sob medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
- O deputado federal Nikolas Ferreira criticou a decisão e acusou Moraes de forçar a prisão de Bolsonaro, mencionando uma chamada de vídeo entre eles durante uma manifestação.
- Além da prisão domiciliar, Bolsonaro enfrenta restrições adicionais, como proibição de contato com seu filho e diplomatas, uso de redes sociais, celulares e visitas não autorizadas.
- Nikolas Ferreira levantou a possibilidade de impeachment de Moraes e defendeu uma anistia ampla para pacificar o país, criticando a atuação do STF.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, citando tentativas de coação à Corte. A decisão foi tomada após investigações sobre os atos de 8 de janeiro, quando o ex-presidente já estava sob medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou a decisão e afirmou não se sentir responsável pela nova medida. Ele acusou Moraes de forçar a prisão de Bolsonaro, afirmando que o magistrado “cavou essa falta”. Nikolas participou de uma chamada de vídeo com o ex-presidente durante uma manifestação em São Paulo, onde Bolsonaro permaneceu em silêncio. Para Moraes, essa ligação foi uma tentativa de coagir o STF.
Além da prisão domiciliar, Bolsonaro enfrenta restrições adicionais. Desde o dia 18, ele já estava proibido de manter contato com seu filho, Eduardo Bolsonaro, e diplomatas estrangeiros, além de não poder usar redes sociais. A nova ordem também impede o uso de celulares e a recepção de visitas não autorizadas.
Nikolas Ferreira, em resposta à decisão, levantou a possibilidade de um impeachment de Moraes e defendeu uma anistia ampla para pacificar o país. Ele criticou a atuação do STF e questionou quais medidas legais poderiam ser tomadas contra o que considera uma tirania. A situação continua a gerar polêmica e divisões entre os parlamentares e a sociedade.
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