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Vice-presidente da Câmara promete pautar anistia a golpistas sem Motta presente

Oposição articula manobra para votar anistia a golpistas na Câmara, enquanto Flávio Bolsonaro critica decisão do STF e defende o pai.

Parlamentares da oposição se aglomeram na rampa do Congresso Nacional para anunciar medidas contra o STF após a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
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  • A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, gerou mobilização no Congresso em cinco de agosto.
  • A oposição e aliados do ex-presidente anunciaram obstrução da pauta e tentativas de votar a anistia aos golpistas na ausência do presidente da Câmara, Hugo Motta.
  • Flávio Bolsonaro, senador e filho do ex-presidente, afirmou que a anistia será discutida quando Motta estiver fora do país, com o primeiro vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes, assumindo a presidência.
  • A obstrução também será usada como pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com foco na anistia e no fim do foro privilegiado.
  • Flávio Bolsonaro defendeu seu pai, alegando que a decisão de Moraes desrespeitou ritos processuais e classificou-a como ilegal.

A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), provocou uma intensa mobilização no Congresso nesta terça-feira, 5. A oposição e aliados do ex-capitão anunciaram obstrução da pauta nas casas legislativas e uma manobra para votar a anistia aos golpistas na ausência do presidente da Câmara, Hugo Motta.

Flávio Bolsonaro, senador e filho do ex-presidente, defendeu a manobra, afirmando que a anistia será pautada assim que Motta estiver fora do país. O primeiro vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes, assumiria a presidência e, segundo Flávio, essa é a única forma de pacificar o país. A estratégia, se concretizada, poderia romper acordos e desestabilizar a liderança da Câmara.

Os bolsonaristas também planejam usar a obstrução como pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Entre as pautas prioritárias estão a anistia aos golpistas e o fim do foro privilegiado, que, segundo Flávio, tem ampliado a influência do Judiciário sobre o Legislativo. Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, criticou Alcolumbre por não dialogar e pediu que ele avance com pedidos de impeachment contra Moraes.

Flávio Bolsonaro reforçou a defesa de seu pai, alegando que a decisão de Moraes desrespeitou ritos processuais. Ele destacou que a postagem que gerou a medida cautelar foi feita por ele, não por Jair Bolsonaro, e classificou a decisão como ilegal. A situação continua a gerar tensões no cenário político brasileiro, com desdobramentos incertos.

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