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Moraes permite que médicos visitem Bolsonaro sem aviso prévio durante internação

Ministro Alexandre de Moraes autoriza atendimento médico a Bolsonaro em prisão domiciliar e determina comunicação ao STF em caso de internação

O ex-presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Mateus Bonomi/AFP)
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde a última segunda-feira, sob supervisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
  • Moraes autorizou a visita de quatro médicos à residência de Bolsonaro, permitindo atendimentos sem aviso prévio.
  • Os médicos autorizados são Cláudio Birolini, Luciana Tokarski, Erasmo Tokarski e Leandro Echenique.
  • Em caso de internação, o Supremo Tribunal Federal deve ser informado em até 24 horas.
  • O pedido de visitas de seguranças e cunhados foi negado por Moraes, que considerou que a presença dos seguranças não se configura como visita.

O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece em prisão domiciliar desde a última segunda-feira, sob supervisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão de manter Bolsonaro em casa está relacionada a questões legais sobre sua conduta durante e após o mandato.

Nesta quinta-feira, Moraes autorizou a visita de quatro médicos à residência de Bolsonaro, permitindo que eles o atendam sem necessidade de aviso prévio. Os profissionais autorizados são Cláudio Birolini, responsável pela última cirurgia do ex-presidente, além de Luciana Tokarski, Erasmo Tokarski e Leandro Echenique. Essa medida visa garantir que Bolsonaro receba os cuidados médicos necessários enquanto está em prisão domiciliar.

O ministro também determinou que, em caso de internação, o STF deve ser informado em até 24 horas, apresentando a documentação que comprove a urgência da situação. Essa decisão reflete a preocupação com a saúde do ex-presidente, que já passou por procedimentos cirúrgicos e requer acompanhamento médico regular.

Por outro lado, o pedido de Bolsonaro para receber visitas de seus seguranças e cunhados foi negado. Moraes considerou que a presença dos seguranças não se configura como visita, mas sim como a continuidade das funções legais do ex-presidente, que não foram interrompidas por decisão judicial. A autorização para visitas de cunhados já havia sido negada anteriormente.

A situação de Bolsonaro continua a ser monitorada de perto pelas autoridades judiciais, enquanto ele enfrenta as implicações legais de sua prisão domiciliar.

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