- No Dia D da Operação Shamar, realizado em 7 de agosto, noventa e quatro homens foram presos no Rio de Janeiro.
- A operação é parte de uma ação nacional para combater a violência contra a mulher e coincide com os 19 anos da Lei Maria da Penha.
- Desde o início da operação, em 1º de agosto, mais de 210 prisões foram registradas em todo o Brasil.
- O governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou que o combate à violência contra a mulher é uma prioridade do governo.
- A operação envolve mais de 50 mil agentes e inclui atividades de conscientização e reforço nas delegacias para receber denúncias.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Segurança Pública, realizou nesta quinta-feira, 7, o Dia D da Operação Shamar, uma ação nacional para combater a violência contra a mulher. Noventa e quatro homens foram presos em todo o estado, em cumprimento a mandados de prisão. A data coincide com os 19 anos da Lei Maria da Penha, que visa proteger as vítimas e punir agressores.
Desde o início da operação, em 1º de agosto, já foram registradas mais de 210 prisões. O governador Cláudio Castro (PL) destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher é uma prioridade do governo. Ele afirmou que a operação é um passo importante para garantir que as mulheres se sintam seguras e respeitadas.
Entre os casos notáveis, um homem foi preso em São João de Meriti, acusado de espancar até a morte sua esposa grávida de oito meses, crime ocorrido em 1992. Outro agressor foi detido em Belford Roxo por descumprir medida protetiva contra sua ex-companheira, acumulando três prisões anteriores por crimes contra a mesma vítima.
Ações e Participação
A Operação Shamar, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, contará com a participação de mais de 50 mil agentes em todo o Brasil até o dia 4 de setembro. Além das prisões, a operação inclui atividades socioeducativas em escolas e redes sociais, além de reforço nas delegacias para receber denúncias de violência doméstica.
Essas ações visam não apenas a repressão, mas também a conscientização e a proteção das mulheres, reafirmando o compromisso do Estado em combater a violência de gênero.
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