- Mais de sessenta profissionais de cinema assinaram uma carta em protesto contra a Mubi, plataforma de streaming, distribuidora e produtora de filmes.
- A carta, divulgada em trinta de julho, afirma que o crescimento financeiro da Mubi está vinculado ao genocídio em Gaza.
- Os cineastas alegam que essa relação impacta negativamente a indústria cinematográfica e os artistas envolvidos.
- A Mubi recebeu investimentos significativos, incluindo da Sequoia Capital, que tem laços com o Exército israelense.
- A carta pede uma reflexão sobre a responsabilidade social das empresas de entretenimento em contextos de conflito e violência.
Mais de 60 profissionais de cinema assinaram uma carta em protesto contra a Mubi, plataforma de streaming, distribuidora e produtora de filmes. A carta, divulgada em 30 de julho, alega que o crescimento financeiro da empresa está vinculado ao genocídio em Gaza, implicando todos os que colaboram com a Mubi.
A Mubi recebeu investimentos significativos, incluindo aportes da Sequoia Capital, que possui laços com o Exército israelense. Os cineastas afirmam que essa relação gera um impacto negativo na indústria cinematográfica e nos artistas envolvidos. A carta destaca que o sucesso da plataforma não pode ser dissociado das consequências humanitárias do conflito.
Além da Mubi, outras empresas, como Spotify e Boiler Room, também enfrentam críticas por suas conexões com investimentos bélicos. A pressão sobre essas plataformas reflete um movimento crescente entre artistas e profissionais da indústria cultural, que buscam responsabilizar empresas por suas escolhas financeiras e éticas.
Os signatários da carta pedem uma reflexão sobre o papel das empresas de entretenimento em contextos de conflito e violência. A situação levanta questões sobre a responsabilidade social das plataformas de streaming e a necessidade de um posicionamento claro em relação a questões humanitárias.
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