- O líder da Rede na Câmara, Túlio Gadêlha, protocolou uma representação no Conselho de Ética contra a deputada Júlia Zanatta (PL-SC).
- O motivo é a presença da filha recém-nascida de Zanatta durante um motim da oposição no Congresso, onde ela ocupou a cadeira da presidência.
- Gadêlha pede a perda do mandato de Zanatta por quebra de decoro, que será investigada em um processo disciplinar.
- Zanatta se defendeu nas redes sociais, alegando que usou a criança como “escudo” e criticou seus opositores por tentarem inviabilizar sua atuação política.
- Gadêlha também mencionou o deputado Marcos Pollon (PL-MG), que fez declarações ofensivas durante os atos bolsonaristas em agosto e foi o último a recuar do motim.
O líder da Rede na Câmara, Túlio Gadêlha, protocolou uma representação no Conselho de Ética contra a deputada Júlia Zanatta (PL-SC). O motivo é a presença da filha recém-nascida da parlamentar durante um motim da oposição no Congresso, onde ela ocupou a cadeira da presidência da Casa. Gadêlha solicita a perda do mandato de Zanatta por suposta quebra de decoro, que será investigada em um processo disciplinar.
Após o incidente, que gerou críticas de deputados de esquerda e atenção do Conselho Tutelar, Zanatta se defendeu nas redes sociais. Ela afirmou que usou a criança como “escudo” e acusou seus críticos de não se preocuparem com a integridade da bebê, mas sim de tentarem inviabilizar sua atuação política como mulher.
Motins e Consequências
Gadêlha também direcionou sua atenção ao deputado Marcos Pollon (PL-MG), que foi o último a recuar do motim e permaneceu na presidência da Casa. Durante os atos bolsonaristas em 3 de agosto, Pollon fez declarações ofensivas, chamando outro deputado de “bosta” e “baixinho de um metro e 60”.
Na representação, Gadêlha descreve a ocupação da mesa diretora como parte de uma “engrenagem golpista”. Ele critica a recusa da autoridade judicial e o desprezo pela ordem constitucional, afirmando que essas ações visam subverter a democracia por meio de pressões institucionais e articulações transnacionais. A situação reflete a crescente tensão entre deputados bolsonaristas e da oposição, que se intensifica a cada novo episódio no Congresso.
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