- Milhares de manifestantes se reuniram em Tel Aviv no sábado à noite para protestar contra a intensificação da guerra em Gaza.
- A manifestação atraiu mais de 100 mil pessoas e ocorreu após o governo de Benjamin Netanyahu decidir ampliar as operações militares na região.
- Os participantes pediram o fim imediato das operações e a libertação de cerca de 50 reféns mantidos por militantes em Gaza.
- Pesquisas indicam que a maioria dos israelenses apoia o encerramento da guerra para facilitar a libertação dos reféns, com autoridades acreditando que aproximadamente 20 deles ainda estão vivos.
- Críticas ao governo aumentaram, incluindo de aliados europeus, e negociações para um cessar-fogo falharam em julho.
Milhares de manifestantes se reuniram em Tel Aviv na noite de sábado para protestar contra a intensificação da guerra em Gaza, promovida pelo governo de Benjamin Netanyahu. A manifestação, que contou com a participação de mais de 100 mil pessoas, ocorreu após o anúncio de que o gabinete de segurança israelense decidiu ampliar as operações militares na região, apesar das críticas crescentes e dos alertas das Forças Armadas sobre os riscos para os reféns.
Os participantes exigiram o fim imediato das operações militares e a libertação dos reféns, que ainda permanecem em cativeiro. Pesquisas indicam que a maioria dos israelenses apoia o encerramento da guerra para facilitar a libertação dos cerca de 50 reféns mantidos por militantes em Gaza, com autoridades acreditando que aproximadamente 20 deles ainda estão vivos.
A pressão sobre o governo israelense aumentou, com críticas não apenas da população, mas também de aliados europeus. A maioria dos reféns libertados até agora foi resgatada por meio de negociações diplomáticas. Conversas para um cessar-fogo que poderiam ter possibilitado a libertação de mais reféns falharam em julho.
Durante a manifestação, os protestantes agitaram bandeiras de Israel e exibiram cartazes com fotos dos reféns. Alguns manifestantes expressaram sua indignação em relação ao governo, enquanto outros pediram que o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, intercedesse para impedir a intensificação da guerra. Um pequeno grupo também mostrou imagens de crianças mortas em Gaza, destacando a complexidade e a gravidade da situação.
Entre na conversa da comunidade