- O Fluminense aceitou a proposta do BTG Pactual para criar um fundo, que será votado pelos sócios em setembro.
- Mário Bittencourt, reeleito presidente, atuará como CEO da Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
- A proposta inclui cotistas, como André Esteves, dono do banco.
- Aproximadamente 59 mil sócios com mensalidade em dia poderão participar da votação, mas o quórum deve ser similar ao da última eleição, que teve apenas 3,7 mil votantes.
- Para garantir uma comunicação clara, o clube contratou uma empresa especializada para divulgar os termos do contrato.
O Fluminense avança na implementação de uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ao aceitar a proposta do BTG Pactual. A diretoria decidiu submeter a proposta à votação dos sócios, que ocorrerá em setembro. Mário Bittencourt, reeleito presidente, será o CEO da SAF.
A proposta do BTG inclui a criação de um fundo com cotistas, entre eles o próprio André Esteves, dono do banco. A expectativa é que cerca de 59 mil sócios, com mensalidade em dia, possam participar da votação. No entanto, o quórum deve ser semelhante ao da última eleição, onde apenas 3,7 mil votaram.
Para garantir uma comunicação eficaz e evitar ruídos, especialmente após problemas enfrentados por outras SAFs, como as do Vasco e do Botafogo, o Fluminense contratou uma empresa especializada. A divulgação da proposta será iniciada em setembro, com o objetivo de informar e engajar os sócios sobre os termos do contrato.
A gestão de Mário Bittencourt, que se encerra no final do ano, será crucial para o sucesso dessa transição. A proposta do BTG Pactual representa uma nova fase para o clube, que busca modernizar sua estrutura e atrair investimentos.
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