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Suspeito de homicídio de PM é morto ao reagir a abordagem policial no Rio

Polícia Civil intensifica operações na Cidade de Deus após morte de traficante suspeito de assassinar agente na comunidade

Operação policial no Rio, em julho de 2024 (Foto: Eduardo Anizelli - 15.jul.24/Folhapress)
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  • Gabriel Gomes da Costa, conhecido como Ratomen, foi morto por policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil do Rio de Janeiro na noite de segunda-feira, dezoito de agosto.
  • Ele era suspeito de participar do assassinato do agente da Polícia Civil José Antônio Lourenço Júnior, ocorrido em maio na Cidade de Deus.
  • Ratomen reagiu à abordagem policial e foi baleado, não resistindo aos ferimentos mesmo após receber socorro.
  • Havia um mandado de prisão contra ele, que era conhecido por exibir armas em redes sociais.
  • Outros suspeitos do assassinato de Lourenço ainda estão sendo procurados.

Policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Rio de Janeiro mataram, na noite de segunda-feira (18), Gabriel Gomes da Costa, conhecido como Ratomen. Ele era suspeito de participar do assassinato do agente José Antônio Lourenço Júnior, o Mocotó, ocorrido em maio durante uma operação na Cidade de Deus.

A ação policial foi realizada em conjunto com a Delegacia de Homicídios da Capital. Ratomen, que gerenciava um ponto de tráfico de drogas no Bairro 13, foi localizado na comunidade e, segundo a polícia, reagiu à abordagem, sendo baleado. Apesar de ter recebido socorro, não sobreviveu aos ferimentos.

Mandado de Prisão

Havia um mandado de prisão contra Ratomen, resultado de investigações da Delegacia de Homicídios. A polícia informou que o traficante era conhecido por exibir armas em redes sociais. Em uma de suas últimas postagens, ele compartilhou imagens de bebidas e carne para churrasco, indicando o dia e horário: segunda-feira, 18h34.

Durante a operação, os agentes da Core foram atacados por outros homens na Cidade de Deus, mas não houve feridos entre os policiais. A morte de Ratomen é um desdobramento das investigações sobre o assassinato de Lourenço, que foi baleado no rosto durante um tiroteio e não resistiu após cirurgia.

Contexto do Assassinato

José Antônio Lourenço Júnior, ex-subsecretário de Ordem Pública e diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis, foi morto enquanto apoiava uma ação que investigava fábricas ilegais de gelo na comunidade. O objetivo da operação era apurar crimes ambientais e contra o consumidor, após denúncias de venda de gelo contaminado. Outros suspeitos do assassinato de Lourenço ainda estão sendo procurados.

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