- Gabriel Gomes da Costa, conhecido como Ratomen, foi morto por policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil do Rio de Janeiro na noite de segunda-feira, dezoito de agosto.
- Ele era suspeito de participar do assassinato do agente da Polícia Civil José Antônio Lourenço Júnior, ocorrido em maio na Cidade de Deus.
- Ratomen reagiu à abordagem policial e foi baleado, não resistindo aos ferimentos mesmo após receber socorro.
- Havia um mandado de prisão contra ele, que era conhecido por exibir armas em redes sociais.
- Outros suspeitos do assassinato de Lourenço ainda estão sendo procurados.
Policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil do Rio de Janeiro mataram, na noite de segunda-feira (18), Gabriel Gomes da Costa, conhecido como Ratomen. Ele era suspeito de participar do assassinato do agente José Antônio Lourenço Júnior, o Mocotó, ocorrido em maio durante uma operação na Cidade de Deus.
A ação policial foi realizada em conjunto com a Delegacia de Homicídios da Capital. Ratomen, que gerenciava um ponto de tráfico de drogas no Bairro 13, foi localizado na comunidade e, segundo a polícia, reagiu à abordagem, sendo baleado. Apesar de ter recebido socorro, não sobreviveu aos ferimentos.
Mandado de Prisão
Havia um mandado de prisão contra Ratomen, resultado de investigações da Delegacia de Homicídios. A polícia informou que o traficante era conhecido por exibir armas em redes sociais. Em uma de suas últimas postagens, ele compartilhou imagens de bebidas e carne para churrasco, indicando o dia e horário: segunda-feira, 18h34.
Durante a operação, os agentes da Core foram atacados por outros homens na Cidade de Deus, mas não houve feridos entre os policiais. A morte de Ratomen é um desdobramento das investigações sobre o assassinato de Lourenço, que foi baleado no rosto durante um tiroteio e não resistiu após cirurgia.
Contexto do Assassinato
José Antônio Lourenço Júnior, ex-subsecretário de Ordem Pública e diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis, foi morto enquanto apoiava uma ação que investigava fábricas ilegais de gelo na comunidade. O objetivo da operação era apurar crimes ambientais e contra o consumidor, após denúncias de venda de gelo contaminado. Outros suspeitos do assassinato de Lourenço ainda estão sendo procurados.
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