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Mulher é mantida em cativeiro e sofre violência por 12 dias em Llíria

Yolanda, vítima de violência de gênero, estava sob proteção e enfrentava problemas de adição antes de sua queda fatal em Pedralba de Llíria.

Um carro da Guarda Civil. (Foto: Rodrigo Jiménez/EFE)
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  • Yolanda, mulher com histórico de violência de gênero, morreu após cair do quinto andar de um prédio em Pedralba de Llíria, na Espanha, no dia 28 de agosto.
  • A Guarda Civil investiga se a queda foi um suicídio ou uma morte violenta.
  • Yolanda estava sob proteção do sistema Viogén desde 2020 e havia denunciado seu parceiro por agressões e sequestro.
  • Ela foi mantida em cativeiro por doze dias, durante os quais sofreu agressões sexuais. O agressor, de 57 anos, foi detido em julho.
  • O Ministério de Igualdade está estudando o impacto do suicídio entre vítimas de violência de gênero e desenvolvendo um protocolo de atendimento para mulheres com problemas de adição.

Yolanda, uma mulher com histórico de violência de gênero, morreu após cair do quinto andar de um prédio em Pedralba de Llíria, na Espanha. O incidente ocorreu na manhã de segunda-feira, 28 de agosto, e está sendo investigado pela Guarda Civil, que analisa se a queda foi um suicídio ou resultado de uma morte violenta.

A vítima, que estava sob proteção do sistema Viogén desde 2020, havia denunciado seu parceiro por agressões e sequestro. Recentemente, ela foi mantida em cativeiro por 12 dias, durante os quais foi agredida sexualmente e filmada sem consentimento. O agressor, um homem de 57 anos, foi detido em julho e, após o registro de sua residência, foram encontrados armamentos e drogas.

Yolanda enfrentava sérios problemas de adição e, apesar de receber acompanhamento contínuo, rejeitou diversas vezes os serviços de proteção oferecidos. A ministra de Igualdade, Ana Redondo, destacou a vulnerabilidade da mulher e a dificuldade em garantir sua segurança, considerando seu histórico de dependência química.

A situação de Yolanda não é isolada; o Ministério de Igualdade está desenvolvendo um estudo sobre o impacto do suicídio entre vítimas de violência de gênero, visando criar um protocolo de atendimento específico para mulheres com problemas de adição. A Operação Amarres, que levou à prisão do agressor, foi iniciada após um aviso de um ex-parceiro de Yolanda, que relatou que ela estava em perigo.

As autoridades continuam a investigar as circunstâncias da morte de Yolanda, enquanto a sociedade se mobiliza para discutir a proteção de vítimas em situações de alta vulnerabilidade.

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