- O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, reconheceu os desafios logísticos de Belém durante audiência no Senado.
- Ele defendeu a escolha da cidade para sediar a COP30, marcada para novembro.
- Freixo admitiu que seria mais fácil realizar o evento em cidades como Rio de Janeiro ou São Paulo, mas destacou a importância de discutir a Amazônia no local.
- O senador Randolfe Rodrigues apoiou Freixo, enfatizando que a presença de estrangeiros na Amazônia é essencial para entender a realidade da região.
- Rodrigues mencionou que Belém enfrenta problemas comuns a grandes centros urbanos, como violência e infraestrutura precária, e que a COP30 deve mostrar as dificuldades da Amazônia.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, reconheceu os desafios logísticos de Belém durante audiência no Senado, onde defendeu a escolha da cidade para sediar a COP30. O evento, marcado para ocorrer em novembro, gerou críticas sobre a infraestrutura local e os altos custos de hospedagem. Freixo admitiu que seria mais fácil realizar a conferência em cidades como Rio de Janeiro ou São Paulo, mas enfatizou a importância de discutir a Amazônia no local.
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) apoiou Freixo, ressaltando que a presença de estrangeiros na Amazônia é crucial para que compreendam a realidade da região. Ele destacou que muitos falam sobre a preservação da Amazônia sem conhecê-la, afirmando que é essencial que os visitantes vivenciem as dificuldades enfrentadas pelas metrópoles amazônicas.
Rodrigues mencionou que Belém e outras cidades da região enfrentam problemas comuns a grandes centros urbanos, como violência e infraestrutura precária. Ele argumentou que a experiência direta com a Amazônia pode ajudar a corrigir percepções equivocadas sobre a região. O senador concluiu que a COP30 deve ser uma oportunidade para que o mundo veja as realidades da Amazônia, incluindo suas dificuldades e desafios.
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