- O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, abriu prazo para a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre o indiciamento de Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
- O indiciamento é por coação em um processo relacionado à tentativa de golpe de Estado.
- O procurador-geral, Paulo Gonet, deve avaliar o relatório da Polícia Federal e o possível descumprimento das medidas cautelares impostas a Jair Bolsonaro.
- O prazo para a manifestação se encerra na manhã da quarta-feira, 27.
- Jair Bolsonaro criticou a atuação da Polícia Federal e negou ter desrespeitado as determinações do Supremo Tribunal Federal.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, abriu nesta segunda-feira, 25, um prazo para a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo Bolsonaro. O procurador-geral Paulo Gonet deve apresentar suas considerações sobre o relatório da Polícia Federal, que indiciou ambos por coação em um processo relacionado à tentativa de golpe de Estado.
Além disso, Gonet também deverá avaliar o possível descumprimento das medidas cautelares impostas a Jair Bolsonaro. O prazo para essa manifestação se encerra na manhã da quarta-feira, 27. Após receber as considerações, Moraes poderá tomar uma decisão sobre os próximos passos do caso.
Na última sexta-feira, 22, Jair Bolsonaro criticou a atuação da Polícia Federal e negou ter desrespeitado as determinações do STF. O ministro Moraes havia solicitado que o ex-presidente explicasse os “reiterados descumprimentos das medidas cautelares” e a existência de risco de fuga. A situação se agrava com o indiciamento de Jair e Eduardo, que levanta novas questões sobre a legalidade de suas ações durante o período de sua presidência.
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