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Vice-prefeita é acusada de desvio de verba pública para feitiço amoroso

Vice-prefeita e dois homens são acusados de desvio de verbas públicas para amarração amorosa e fraudes em licitações em Ribeira

Juliana Maria Teixeira da Costa, vice-prefeita e secretária de Saúde de Ribeira (SP) (Foto: Facebook/Prefeitura de Ribeira/Reprodução)
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  • A vice-prefeita de Ribeira, Juliana Maria Teixeira da Costa, e dois homens foram denunciados pelo Ministério Público por crimes contra a administração pública.
  • A denúncia, protocolada em 30 de julho, aponta o desvio de R$ 41.200 para pagar um curso de amarração amorosa.
  • Os acusados também enfrentam acusações de fraude em licitações, uso de documentos falsos e associação criminosa.
  • Juliana, que é secretária de Saúde, e os outros envolvidos foram suspensos de seus cargos.
  • A Justiça impôs restrições aos acusados, que não podem se comunicar entre si ou frequentar a sede da prefeitura.

A vice-prefeita de Ribeira, Juliana Maria Teixeira da Costa, e dois homens foram denunciados pelo Ministério Público por crimes contra a administração pública, incluindo desvio de R$ 41.200. A denúncia, protocolada em 30 de julho, revela que os valores foram utilizados para pagar um curso de amarração amorosa.

Além do desvio, os acusados enfrentam acusações de fraude em licitações, uso de documentos falsos e associação criminosa. Juliana, que também é secretária de Saúde, e os outros envolvidos foram suspensos de seus cargos. O coordenador de saúde, Lauro Olegário da Silva Filho, e William Felipe da Silva, sócio de uma empresa de consultoria, estão igualmente implicados.

As investigações apontam que a empresa de William, W. F. da Silva Treinamentos, venceu diversas licitações na área da saúde, mesmo tendo sua sede em uma casa em Curitiba. Entre janeiro de 2022 e julho de 2025, a empresa teria recebido mais de R$ 4 milhões da prefeitura. A nota fiscal de R$ 41.200, referente à amarração amorosa, foi emitida para um serviço que nunca foi prestado.

A Justiça de São Paulo impôs restrições aos acusados, que não podem se comunicar entre si ou frequentar a sede da prefeitura. A defesa alega que não há provas concretas contra eles e acusa a “Mentora Samantha”, que divulgou os pagamentos, de extorsão. Juliana já moveu uma ação judicial contra o perfil, mas o processo está paralisado.

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