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Ex-presidente da Petrobras deixa o PT e aponta intrigas palacianas

Ex-presidente da Petrobras deixa o PT após doze anos, cita intrigas palacianas e desinformação; mira o Senado em dois mil e vinte e seis

Ex-presidente da Petrobras sai do PT e culpa "intrigas palacianas". (Foto: Antonio Lacerda / (EPA) EFE)
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  • O ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, anunciou a saída do PT após doze anos, citando intrigas palacianas e desinformações deliberadamente plantadas.
  • Em postagem no X, ele afirmou que a ausência de manifestação pública do partido contribuiu para o esvaziamento de seu espaço político.
  • Prates comunicou a intenção de concorrer ao Senado Federal em 2026, mantendo fidelidade ao projeto democrático.
  • Em dois mil e vinte e dois, abriu mão de disputar o Senado pelo Rio Grande do Norte, atuando como suplente da chapa majoritária.
  • O ex-presidente da Petrobras ocupou o cargo entre dois mil e vinte e três e dois mil e vinte e quatro, tendo a presidência da estatal como recompensa pela desistência.

A ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates anunciou nesta segunda-feira sua saída do PT, após 12 anos no partido. Ele citou intrigas palacianas e desinformação deliberadamente plantada como motivo principal. A manifestação ocorreu em postagem no X.

Prates afirmou que a falta de atuação pública do PT à época consolidou a percepção de esvaziamento de seu espaço político. Ele também mencionou a existência de desinformação como fator que influenciou sua decisão.

Segundo Prates, manteve-se fiel ao projeto democrático mesmo diante da decisão de 2022 que o afastou da candidatura ao Senado. Ele disse ter cumprido a orientação partidária ao atuar como suplente na chapa majoritária em 2022.

Intenção de nova candidatura

O ex-presidente da Petrobras disse ter a pretensão de concorrer ao Senado Federal em 2026, mantendo o compromisso com o campo democrático. Em 2022, aceitou ser suplente da chapa ao Senado para atender aos interesses do PT.

Prates ocupou a presidência da Petrobras entre 2023 e 2024. O cargo foi assumido como consequência de sua desistência da candidatura ao Senado pelo Rio Grande do Norte, em 2022.

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