- Prisão preventiva de Jair Bolsonaro foi decretada por Alexandre de Moraes, citando risco de fuga e possível refúgio na embaixada dos EUA após suposta violação da tornozeleira.
- Moraes rejeitou o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa de Bolsonaro, considerado prejudicado pela decretação da preventiva.
- Aliados de Bolsonaro, incluindo o filho Carlos, apontam disparidade com o caso de Collor, que desligou a tornozeleira por mais de trinta horas sem revogação da prisão domiciliar.
- Fernando Collor estava em prisão domiciliar humanitária por saúde; defesa disse ter sido um incidente involuntário relacionado à bateria, e o STF manteve a medida.
- O ex-juiz Sergio Moro afirmou que Bolsonaro tem sequelas da facada de dois mil e dezoito e comparou a situação com Collor, argumentando que o caso do ex-presidente com saúde menor não justificaria a prisão domiciliar para Bolsonaro.
Após a prisão preventiva de Jair Bolsonaro, decretada por Alexandre de Moraes, aliados do ex-presidente questionaram o tratamento jurídico recebido. A defesa aponta disparidades com outros casos de prisão domiciliar.
Carlos Bolsonaro criticou a condução do caso, destacando que houve tratamento distinto em relação a Collor. Segundo ele, o ex-presidente sofreu medidas diferentes sem uma revogação equivalente.
Contexto jurídico
Moraes justificou a preventiva alegando risco de violação da tornozeleira eletrônica, além de possível fuga. A decisão também citou a proximidade de uma vigília realizada por um aliado próximo à residência de Bolsonaro.
Avaliação de casos semelhantes
Aliados mencionam o caso de Fernando Collor, que desligou a tornozeleira por mais de 30 horas sem a revogação da prisão domiciliar. A defesa sustenta tratamento desproporcional entre os casos.
Decisão sobre prisão domiciliar
Moraes rejeitou, um dia antes, o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa. O ministro considerou o pedido prejudicado pela decretação da prisão preventiva, inviabilizando a análise do mérito.
Ponto sobre saúde e histórico
Sergio Moro afirmou que Bolsonaro tem sequelas da facada de 2018 e histórico de cirurgias, justificando manter a prisão domiciliar. Em contraste, sustenta, Collor recebeu benefício similar com menos gravidade de saúde.
Desdobramentos esperados
A defesa continuará a contestar a fundamentação da prisão. A forma de cumprimento da medida e possíveis novos recursos devem ser anunciados pela defesa nas próximas semanas.
Entre na conversa da comunidade