- O Conselho de Ética do União Brasil expulsou Celso Sabino e anulou sua filiação, dissolvendo a Executiva local do Pará.
- A leitura ocorreu em reunião virtual e a decisão depende de aprovação da Executiva Nacional.
- Foi aprovado, em caráter provisório, uma intervenção no diretório regional paraense com comissão provisória.
- Sabino participou da reunião com um advogado; o motivo alegado é infidelidade partidária por permanecer no governo federal após recomendação contrária do partido.
- A avaliação sobre expulsão e intervenção deve ocorrer antes de 8 de dezembro, conforme comunicado da legenda.
O Conselho de Ética do União Brasil decidiu pela expulsão de Celso Sabino, ministro do Turismo no governo Lula, por infidelidade partidária. A resolução aponta que ele permaneceu na função federal mesmo após recomendação contrária da legenda, que rompeu com o governo em setembro.
A decisão anulou a filiação de Sabino e dissolveu a Executiva local do União Brasil no Pará. A leitura ocorreu em reunião virtual, e o tema ainda precisa da aprovação da Executiva Nacional.
Medidas provisórias e participação do ministro
Foi aprovada, em caráter provisório, uma intervenção no diretório regional paraense, com comissão provisória nomeada para administrar o espaço. Sabino participou da reunião acompanhado de um advogado.
Atoa decisão sobre expulsão e intervenção será analisada em data futura, mas com prazo para apreciação até antes de 8 de dezembro. O partido também informou que o ministro resistia a entregar o cargo e buscava convencer o partido a aderir ao projeto de país sob a liderança de Lula.
Contexto adicional aponta que o União Brasil já sinalizava medidas contra filiados que não se alinhavam ao posicionamento da sigla, incluindo possíveis intervenções em diretórios regionais.
Entre na conversa da comunidade