- Em 2017, a jornalista Julie K. Brown retomou a história de Epstein ao buscar apoio do Washington Post, após o governo apresentar um acordo benevolente em 2008 que encerrou o primeiro processo contra Epstein, indicado por Donald Trump com Acosta.
- Brown localizou cerca de 80 vítimas, algumas com 13 anos na época, e a série de reportagens ajudou a abrir caminho para o segundo processamento de Epstein e a condenação de Ghislaine Maxwell a 20 anos de prisão.
- Fiscais federais de Nova York usaram o material para acusar Epstein em 2019, no contexto do movimento Me Too, por abusos ocorridos entre 2002 e 2005 em Miami e Nova York.
- Epstein, que enfrentava julgamento, cometeu suicídio em agosto de 2019, na prisão de Manhattan, segundo o laudo forense.
- Atualmente, Brown acompanha as desclassificações de documentos do caso e o efeito de uma lei que obriga o Departamento de Justiça a publicar os arquivos de Epstein em até trinta dias.
Julie K. Brown ajudou a reabrir a história de Jeffrey Epstein ao encontrar, em 2017, cerca de 80 vítimas e buscar apoio do Washington Post. Naquele ano, o Senado aprovava a confirmação de Alex Acosta, indicado por Donald Trump para o cargo de secretário do Trabalho dos EUA. Acosta negocia o primeiro acordo com Epstein em 2008, permitindo que o um antigo investidor cometeu crimes escapasse de pena severa.
A série de reportagens de Brown contribuiu para a descontinuação da trajetória política de Acosta, para o segundo processamento de Epstein e para a condenação de Ghislaine Maxwell a 20 anos de prisão. Fiscais de Nova York usaram o material para acusar Epstein em 2019, conectando abusos ocorridos entre 2002 e 2005 em Miami e Nova York.
Desclassificações e impacto governamental
Recentemente, houve desclassificações de documentos do caso Epstein. O episódio também envolve a lei que exige que o DOJ publique arquivos de Epstein em 30 dias, sobressaindo o interesse público no desfecho do caso e no acompanhamento do governo.
Brown mantém interesse contínuo no desenrolar atual, inclusive no impacto das novas informações sobre o caso e na consecução de justiça para as vítimas. A jornalista comenta, em entrevista, que o momento pode sinalizar avanços relevantes no tema.
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