- O presidente do Partido Progressistas, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou que o apoio a um candidato à Presidência em 2026 ficará condicionado à promessa de indulto e perdão a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nas depredações de 8 de janeiro.
- A condição foi anunciada nesta terça-feira (25) como requisito inegociável para o apoio.
- A proposta difere da pauta da oposição, que busca a concessão de anistia por meio de projeto de lei ainda neste mandato, aprovado pelo Congresso.
- Em redes sociais, internautas criticaram a proposta e o debate ganhou repercussão no Congresso após a prisão do ex-presidente.
- O tema volta a ganhar força no cenário político, com o condicionante sendo apresentado como critério central para apoio em 2026.
O presidente do Partido Progressista (PP), senador Ciro Nogueira (PI), declarou nesta terça-feira (25) que o apoio a um candidato à Presidência em 2026 ficará condicionando à promessa de indulto e perdão a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nas depredações de 8 de janeiro. A medida seria requisito inegociável para o apoio em 2026.
Nogueira explicou que a condição vale para Bolsonaro e para quem participou das depredações ocorridas em 8 de janeiro. A fala lidera a agenda do PP e difere da posição da oposição, que busca a aprovação de uma anistia por meio de projeto de lei no Congresso.
A declaração gerou críticas de internautas e reacendeu o debate dentro do Congresso. A oposição trabalha com a possibilidade de tramitar a anistia ainda neste mandato, via projeto de lei aprovado pelo Parlamento.
Reação e desdobramentos
No ambiente político, a discussão sobre indulto divide opiniões. Parlamentares destacam que mudanças nesse tipo de benefício devem seguir tramitação legal e parecer de órgãos competentes.
A controvérsia ocorre em meio a tensões após a prisão de Bolsonaro, com a cobiça de parte do espectro político por um desfecho que inclua perdão e, para alguns, um marco de atuação futura do governo.
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