- A decisão na Assembleia foi de dezesseis a seis, e a eleição geral de 2026 poderá discutir net zero entre outras pautas.
- Stu Peters havia pedido um referendo sobre o compromisso do governo com a meta de emissões líquidas até 2050, pedido rejeitado.
- A ministra Clare Barber afirmou que os candidatos poderão expor suas visões sobre mudanças climáticas durante a campanha.
- Desde a criação do fundo de clima em 2022, foram gastos £8,5 milhões, com oitenta por cento destinados a melhorar a eficiência energética em residências.
- Membros divergiram: alguns defenderam revisar as políticas; outros disseram que o referendo atrasaria avanços e que o tema é complexo.
Emenda aprovada em Isle of Man para discutir net zero nas eleições de 2026, mantendo a possibilidade de debater outros temas. A decisão aconteceu na Tynwald, órgão legislativo da ilha, na sessão recente de governo local. A votação foi 16 a 6 a favor da emenda, que permite que a eleição geral de 2026 trate do tema, entre outros.
O foco era se o governo deveria manter o compromisso de atingir a neutralidade de carbono até 2050. A proposta partiu de Clare Barber, ministra de Meio Ambiente, Alimentação e Agricultura, que defendeu que candidatos expusessem suas posições sobre mudanças climáticas durante a campanha. Peters argumentou que o referendo seria vinculativo.
Emenda aprovada
Peters, MHK, já havia proposto anteriormente um referendo para medir o apetite da população pelos custos do plano net zero, mas o pleito não foi vinculado. Barber destacou que a decisão de 2026 permitiria discutir net zero de forma democrática, sem comprometer o andamento das políticas já em curso.
Julie Edge, MHK, afirmou que as políticas atuais não refletem o sentimento da população e reforçou a necessidade de revisão, caso a população deseje seguir com net zero. John Wannenburgh contestou seriedade de um referendo, defendendo que reduzir gastos com combustíveis fósseis pode exigir mais investimentos em renováveis.
Gary Clueit, MLC, alertou para o risco de campanhas dominadas por teorias da conspiração, em vez de dados econômicos e energéticos. Michelle Haywood, ministra de Infraestrutura, lembrou que net zero envolve medidas complexas e integradas às ações governamentais, incluindo tecnologias de baixo emissão.
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