- O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal deu prazo de quarenta e oito horas, a partir de quinta-feira, para que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Partido Republicanos), nomeie Adilson Barroso (Partido Liberal) como suplente da deputada Carla Zambelli (Partido Liberal) em São Paulo, devido à perda de mandato da parlamentar.
- Deputados federais não têm suplentes fixos; por isso, o segundo suplente, Coronel Tadeu (Partido Liberal), não é o suplente direto de Zambelli, embora tenha ocupado o cargo em junho de 2025.
- Em abril de 2025, Guilherme Derrite deixou o PL para o PP, o que mudou o cenário na lista de suplentes.
- Apesar disso, Adilson Barroso já atuava no lugar de Derrite, que hoje está no PP, e passa a ser o primeiro suplente a ocupar a vaga de Zambelli, conforme a determinação.
- Com a mudança, Coronel Tadeu sobe para o topo da lista de suplentes, ficando apto a substituir eventual parlamentar que perca o mandato ou tire licença.
O ministro do STF Alexandre de Moraes concedeu prazo de 48 horas para que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), nomeie Adilson Barroso (PL-SP) como primeiro suplente de Carla Zambelli (PL-SP), diante da perda de mandato da deputada. A decisão ocorre porque é diferente o regime dos suplentes entre deputados federais e senadores.
Derrite, que era suplente, deixou o PL para o PP em abril de 2025. Como não há titular fora de exercício, Adilson Barroso, já atuando no lugar de Derrite desde antes, passa a ocupar a vaga principal. O segundo suplente, Coronel Tadeu (PL-SP), sobe ao topo da lista para futuras substituições.
Contexto e desdobramentos
A nomeação de Barroso aconteceu após a alteração na composição de suplentes do PL de São Paulo. Com a perda de mandato de Zambelli, Barroso passa a ser o primeiro suplente, e Tadeu assume a posição superior na lista. A mudança redefine a ordem de substituição em casos de novas vacâncias.
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