- AGs estaduais dos EUA enviaram prazo até 16 de janeiro de 2026 para que grandes empresas de IA respondam a pedidos de mais segurança na IA generativa.
- As autoridades pedem salvaguardas, auditorias independentes e medidas para mitigar “dark patterns” e reduzir riscos, especialmente para menores.
- A carta cita mortes supostamente ligadas à GenAI e discussões inadequadas envolvendo menores.
- Também afirma que conversas de GenAI podem violar leis estaduais, como incentivar atividades ilegais ou exercer medicina sem licença, com possibilidade de responsabilização dos desenvolvedores.
- Meta, Google, OpenAI e outras companhias são mencionadas; as empresas não responderam de imediato aos pedidos de comentário.
O grupo de procuradores-gerais (AGs) de estados dos EUA enviou um ultimato a grandes empresas de IA, exigindo maior responsabilização. O prazo para resposta é 16 de janeiro de 2026. A demanda prevê salvaguardas, auditorias independentes e mitigação de padrões enganosos. O alvo inclui Meta, Google, OpenAI e outros.
Os AGs afirmam que as tecnologias de IA geram outputs que podem violar leis estaduais. A carta pública cita mortes alegadas relacionadas à GenAI e conversas inadequadas com menores. Também sustenta que alguns diálogos violam leis locais ao incentivar atividades ilegais ou prática médica não licenciada.
Entre as exigências estão avisos claros sobre conteúdos nocivos, auditorias independentes de modelos de IA e a correção de “dark patterns” usados para manipular usuários. O grupo reforça que os desenvolvedores podem ser responsabilizados pelos itens gerados por seus produtos.
Medidas propostas e prazo
A carta solicita mecanismos de supervisão para evitar danos a crianças e familiares, além de maior transparência sobre dados de treinamento e limitações dos sistemas. O objetivo é alinhar inovação tecnológica a normas legais sem frear avanços.
Empresas em foco e posições
As AGs reiteram que a responsabilidade não é opcional, mas obrigatória por lei estadual. Google, Apple, Meta e OpenAI não responderam imediatamente a pedidos de comentário sobre o assunto. O tema já ganha impulso no debate regulatório em Washington.
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