- Adosimetria aprovada na Câmara reduz penas de condenados no caso 8 de janeiro de 2023, mantendo o apoio da direita à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026, mas sem garantir o respaldo do Centrão.
- O Centrão continua pressionando Flávio a desistir e prefere uma candidatura de Tarcísio de Freitas; Kassab afirmou que, se Tarcísio for candidato, o PSD o apoiará.
- Líderes do Centrão avaliam pesquisas e acordos locais antes de tomar decisão oficial sobre apoio a Flávio, com definição prevista apenas para o fim do primeiro trimestre.
- Pesquisas indicam Lula com 38% de intenções de voto, Flávio Bolsonaro com 19% e Tarcísio com 17%; alta rejeição a Flávio ajuda a esclarecer a viabilidade da candidatura.
- O União Brasil sinaliza cautela, com possibilidade de liberarem diretórios locais para escolherem apoio, enquanto o cenário envolve alianças regionais e a janela partidária até abril do próximo ano.
O texto aprofunda a guerra interna entre direita e Centrão diante da aprovação de uma nova dosimetria para reduzir penas de condenados pelo 8 de janeiro. A medida não encerrou o impasse sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. Kassab sinalizou apoio a Tarcísio de Freitas, caso ele seja candidato, e o Centrão pressiona Flávio a desistir.
A aprovação ocorreu na Câmara, com 291 votos a favor e 148 contra. A expectativa é que, se o Senado confirmar, a dosimetria reduza penas de Flávio Bolsonaro e de presos do 8/1. Parlamentares do Centrão avaliam cenários e o desempenho de Flávio nas pesquisas.
Kassab, presidente do PSD, afirmou apoiar Tarcísio, do Republicanos, caso ele seja candidato, mantendo boa relação com Flávio. Lideranças do PP e União Brasil já indicaram preferência por Tarcísio e mantêm cautela sobre alianças locais.
Contexto político
O Centrão trabalha para desincentivar Flávio a disputar a Presidência, mantendo foco em cenários que favoreçam seus interesses. O grupo acompanha as respostas de Lula e as propostas de anistia, com datas-chave para definições partidárias no horizonte.
Desdobramentos e perspectivas
Pesquisas apontam queda relativa de Flávio frente a Lula e Tarcísio, o que alimenta a pressão interna. A janela partidária, prevista para abrir em abril, pode redefinir apoios, especialmente entre União Brasil e aliados. A avaliação envolve tanto intenções de voto quanto rejeição ao sobrenome Bolsonaro.
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