- A Agência Ambiental decidiu, de forma excepcional, limpar o enorme depósito de lixo ilegal em Kidlington, Oxfordshire, por risco de incêndio.
- O custo deve ser de vários milhões de libras e não há dinheiro adicional; o gasto será reduzido por eficiências operacionais, e inclui o imposto de aterro ao Tesouro.
- O deputado Josh Simons, do Makerfield, criticou a medida, afirmando que comunidades do norte também merecem tratamento igual.
- O governo rejeitou recomendações de um relatório dos Lords sobre crime com resíduos, que pediu uma revisão ampla das respostas ao problema.
- Em Bickershaw, Wigan, despejo ilegal próximo a uma escola já gerou incêndio de nove dias no verão, destacando falhas de fiscalização anteriores.
A EA vai gastar milhões para limpar um enorme depósito de lixo ilegal em Oxfordshire, alegando que os resíduos apresentam risco de fogo. A decisão de quinta-feira ocorre mesmo sem dinheiro extra, com os custos cobertos por eficiências operacionais.
A área de Kidlington, às margens do rio Cherwell, abriga milhares de toneladas de lixo, cujo incêndio pode se agravar. A intervenção busca evitar novas ignições e proteger a população local e as empresas da região.
Críticos apontam que a própria EA costumava recusar limpezas, responsabilizando infratores e proprietários. A decisão excepcional amplia o papel da agência diante do risco extremo de incêndio relativo ao depósito.
A reação veio principalmente do deputado Josh Simons, de Makerfield, que representa moradores afetados por outro depósito tóxico em Bickershaw, Wigan. Ele acusa disparidade no tratamento entre áreas.
O episódio de Bickershaw ocorreu próximo a uma escola primária, com incêndio de longa duração no verão, levantando o debate sobre equidade regional. A EA informou que segue investigando os responsáveis e proprietários.
Paralelamente, o relatório Lords sobre crime de resíduos apontou ganhos ilícitos superiores a milhões de libras por crime organizado. O texto recomendou revisão ampla, indisponível até o momento segundo o governo.
O Ministério do Ambiente rejeitou a maioria das sugestões do estudo, afirmando que anunciará políticas no próximo ano para reduzir criminalidade no setor, com base em avaliações anteriores.
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