- Michael Ma deixa o Conservative e se filia ao governo de Mark Carney, dizendo apoiar a agenda governista.
- Ma informou ao presidente da Câmara e ao líder da oposição que irá ingressar no caucus do governo, após participar de evento com Carney.
- Os Liberais chegam a 171 cadeiras, ficando a uma de obter maioria no parlamento.
- O líder conservador Pierre Poilievre criticou a decisão, dizendo que Ma apoiará políticas que ele foi eleito para enfrentar.
- Guilbeault já havia deixado o cargo neste mês devido a críticas sobre o pipeline de óleo e políticas climáticas.
Michael Ma saiu do Conservative para apoiar o governo de Mark Carney, na Câmara dos Comuns. O anúncio ocorreu no início deste fim de semana, após participação em eventos com Carney e uma aparição pública com o líder dos Liberais. Ma citou a aplicação de prioridades como acessibilidade e economia.
O parlamentar de rookie afirmou que ouviu os eleitores de Markham–Unionville e decidiu pela mudança para a coalizão governista. A filiação ao governo foi comunicada ao Speaker e ao líder da oposição, marcando uma nova adesão ao bloco governista.
Deslocamento no parlamento
A adesão de Ma aproxima o governo liberal de uma vaga maioria, chegando a 171 cadeiras. O movimento acontece após outro deputado já ter migrado e alertas sobre novas deserções no grupo conservador. Poilievre criticou a mudança, afirmando que Ma apoiará políticas públicas desconhecidas aos eleitores.
Guilbeault havia deixado o cargo no mês, citando divergências com a política de energia, sobretudo sobre o oleoduto que ligaria Alberta ao oceano Pacífico. A derrota para o meio ambiente e o aumento de custos são citadas como impactos do pipeline pela gestão anterior.
Para o Liberal, a nova filiação fortalece a posição no parlamento, enquanto os Conservadores ficam com três deputados fora do grupo. Com críticas internas, a liderança conservadora enfrenta questionamentos sobre o rumo estratégico.
A saída de Guilbeault e a mudança de Ma são vistas como sinais de realinhamento político de peso no Canadá, com a agenda governista ganhando espaço na votação de prioridades nacionais.
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