- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou centros de radioterapia em cinco municípios (Itabira, Goiânia, São Luís, Marília e Colatina) pelo programa Agora Tem Especialistas, com novos aceleradores lineares.
- O governo investiu mais de R$ 67,5 milhões na aquisição dos equipamentos; 22 aceleradores já foram entregues neste ano, elevando para 369 os aceleradores no SUS.
- As unidades ficam nos seguintes hospitais: Hospital Nossa Senhora das Dores (Itabira), Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (Goiânia), Hospital Geral Tarquínio Lopes Filho (São Luís), Santa Casa de Misericórdia de Marília e Hospital Maternidade São José (Colatina).
- A estimativa é reduzir tempo de espera e deslocamentos: quase 40% dos pacientes do SUS buscavam atendimento fora de sua região, com deslocamento médio de 145 quilômetros; até 2026 serão acrescentados 121 aceleradores lineares.
- Cada acelerador pode tratar até 600 novos pacientes por ano; o SUS, hoje, conta com 369 aparelhos e realizou 180,6 mil procedimentos em dois mil e vinte e quatro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou cinco centros de radioterapia em municípios diferentes, como parte do programa Agora Tem Especialistas. As unidades ganham novos aceleradores lineares para reduzir o tempo de espera. O ato ocorreu nesta quinta-feira.
Os municípios atingidos foram Itabira (MG), Goiânia (GO), São Luís (MA), Marília (SP) e Colatina (ES). Em Itabira, o serviço foi aberto no Hospital Nossa Senhora das Dores, com entrega simultânea nos demais locais. Os equipamentos devem ampliar atendimento oncológico.
Ao todo, o governo investiu mais de R$ 67,5 milhões na aquisição dos aceleradores. Segundo o Planalto, 22 aceleradores já foram entregues neste ano, elevando a disponibilidade no SUS para 369 unidades. O objetivo é reduzir distâncias médias de deslocamento.
Investimento e alcance
As novas unidades integram o eixo de expansão da radioterapia no SUS, com foco na universalização do atendimento. O Ministério da Saúde aponta que quase 40% dos pacientes recorrem a tratamentos fora de suas regiões, com média de 145 km de deslocamento.
Metas e ações complementares
A pasta divulgou planos de ampliar o parque com mais aceleradores até 2026. Além disso, há ações para facilitar o acesso, como auxílio a transporte, alimentação e hospedagem; centralização de compras de medicamentos; e estímulos para ampliar a oferta de atendimentos.
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