- O ministro Alexandre de Moraes determinou perícia médica oficial pela Polícia Federal em quinze dias para avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica indicada pela defesa.
- Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde 22 de novembro, com atendimento médico em tempo integral, e não houve relatos de situação médica emergencial recentes.
- A defesa pediu autorização para cirurgia, transferência para o hospital DF Star e prisão domiciliar humanitária, com monitoramento eletrônico.
- Médicos estimam internação de 5 a 7 dias para as cirurgias sob anestesia geral.
- A perícia ocorreria em resposta ao pedido da defesa, e envolve avaliação da gravidade do quadro clínico e da necessidade de intervenção médica imediata; exames apresentados não são considerados atuais.
O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro passe por perícia médica oficial, realizada por médicos da Polícia Federal, para avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica. O prazo é de 15 dias.
Bolsonaro permanece preso na Superintendência da PF em Brasília desde 22 de novembro, com atendimento médico em tempo integral. A defesa afirma que os exames apresentados não são atuais e solicitou a transferência para o hospital DF Star e prisão domiciliar humanitária.
A defesa aponta que as cirurgias podem exigir internação de 5 a 7 dias sob anestesia geral, com tratamento para dores na região inguinal e pressão abdominal. Os advogados alegam que o quadro exige intervenção rápida, mantida a possibilidade de monitoramento eletrônico.
Perícia médica oficial
Moraes destacou que não houve notícia de situação médica emergencial desde a prisão. A decisão ressalta que o último exame foi realizado há três meses, sem indicação de cirurgia imediata à época. A perícia visa esclarecer necessidade de intervenção pronta.
Pedidos da defesa
Na análise, os advogados solicitaram a remoção ao hospital DF Star para as cirurgias e a permanência no hospital pelo tempo necessário. Também pleiteiam a prisão domiciliar humanitária, com condições de monitoramento e demais requisitos que o STF possa determinar.
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