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Moraes sem as restrições da Lei Magnitsky o que muda

Alexandre de Moraes é retirado da lista Magnitsky; recupera acesso a serviços financeiros e plataformas digitais, beneficiando esposa e o Instituto Lex

Moraes deixa de ter diversas restrições sem as sanções da Lei Magnitsky. (Foto: Andre Borges / EFE)
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  • Nesta sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes foi retirado da lista de sancionados pela Lei Magnitsky, vigente desde 30 de julho.
  • Com a exclusão, Moraes, a esposa Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex de Estudos Jurídicos recuperam acesso pleno a serviços financeiros e digitais.
  • As restrições de uso de plataformas de empresas norte-americanas, como Uber, Amazon, Microsoft, Google, Apple, Starlink e Meta, foram revogadas.
  • A decisão é vista como vitória política do governo, com aliados comemorando o desfecho.
  • A ministra Gleisi Hoffmann, do PT, comentou a decisão em rede social, destacando o acompanhamento do governo na questão.

Nesta sexta-feira, 12, o ministro Alexandre de Moraes foi retirado da lista de sancionados pela Lei Magnitsky, que o incluía desde 30 de julho. Com a exclusão, Moraes recupera o acesso a serviços financeiros e digitais, além de direitos que estavam limitados por autoridades norte-americanas. A medida também atingia sua esposa, Viviane Barci de Moraes, e o Instituto Lex de Estudos Jurídicos.

A Lei Magnitsky é um instrumento dos EUA que pune estrangeiros por corrupção ou violação de direitos humanos, com congelamento de bens e bloqueio de transações. No caso de Moraes, a sanção vinha acompanhada de restrições de uso de plataformas de grandes empresas, como Uber, Amazon, Microsoft, Google e outras, que poderiam bloquear contas ou impedir serviços.

Contexto e impactos

O governo brasileiro tratou a retirada como vitória política, destacando a normalização de relações econômicas e digitais. Aliados do governo de Lula elogiaram a decisão, que também libera o uso de cartões de crédito de bandeiras americanas e facilita operações internacionais para Moraes, a esposa e o Instituto Lex.

A medida altera o cotidiano digital do magistrado, liberando o acesso a serviços e redes anteriormente restringidos. As sanções visavam bloquear o fluxo financeiro e dificultar atividades internacionais associadas aos citados. A decisão muda o cenário de restrições impostas pela administração anterior dos EUA.

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