- O ministro do STF Alexandre de Moraes decidirá sobre o compartilhamento de provas entre a CGU e investigações que miram Bolsonaro.
- A Controladoria-Geral da União pediu o envio de provas de três apurações: joias recebidas da Arábia Saudita, milícias digitais e o vazamento de dados sigilosos do TSE.
- A CGU informa que não precisa de toda a documentação, apenas dos documentos necessários para o prosseguimento das apurações.
- Entre os itens solicitados estão diálogos de WhatsApp entre Mauro Cid e Marcelo Câmara, e conversas sobre as joias entre Cid e seu pai, Lourena Cid.
- A CGU afirma que essas evidências são imprescindíveis para a responsabilização administrativa dos agentes públicos federais envolvidos.
A Controladoria-Geral da União (CGU) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, o envio apenas de documentos necessários para as apurações em curso. O pedido envolve provas de três investigações que miram o ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os itens, estão diálogos de WhatsApp de assessores próximos e documentos sobre joias recebidas da Arábia Saudita.
A CGU, segundo a petição, não requer toda a documentação, apenas o que for essencial para o andamento das investigações. O objetivo é facilitar a análise pelo órgão e permitir a adoção de medidas cabíveis para responsabilização de agentes públicos federais.
Entre os materiais solicitados estão diálogos entre Mauro Cid e Marcelo Câmara, ambos ex-auxiliares de Bolsonaro, e conversas sobre as joias entre Cid e seu pai, Lourena Cid. A CGU argumenta que esses elementos são indispensáveis para o prosseguimento das apurações.
Pedido de compartilhamento de provas
A relação de itens enviados descreve a necessidade de cruzar informações para entender o fluxo de provas envolvendo as investigações sobre joias, milícias digitais e o vazamento de dados do TSE. Moraes ainda deve decidir sobre o compartilhamento entre órgãos.
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