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Próximos passos no processo contra Gustavo Gayer por desvio de cota parlamentar

PF indiciou o deputado federal Gustavo Gayer por suspeita de desvio da cota parlamentar; PGR decidirá entre denúncia, arquivamento ou novas diligências

O deputado federal Gustavo Gayer - Bruno Spada/Câmara dos Deputados
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  • A Polícia Federal indiciou o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por suspeita de desvio da cota parlamentar; o processo no Supremo Tribunal Federal está sob sigilo.
  • Investigadores apontam indícios de associação criminosa, falsidade ideológica, falsificação de documento particular e peculato; o indiciamento indica indícios razoáveis de autoria.
  • Não há condenação nem denúncia; a Procuradoria-Geral da República analisará o relatório da PF para decidir entre denunciar, arquivar ou solicitar novas diligências.
  • Em outubro de 2024, a Justiça determinou mandados de busca e apreensão contra 18 pessoas, incluindo Gayer, com parecer favorável do procurador-geral Paulo Gonet.
  • Evidências no celular de um assessor e parte das investigações indicam desvio da cota; Gayer afirmou que o caso envolve uma escola de idiomas criada por ele em 2013 e negou uso de recursos da cota em atividade privada.

Oito itens apontam para uma investigação sobre desvio de cota parlamentar envolvendo o deputado Gustavo Gayer (PL-GO). A Polícia Federal indiciou o parlamentar por suspeita de utilização indevida de recursos públicos. O processo tramita em sigilo no Supremo Tribunal Federal.

A PF acusa indícios de associação criminosa, falsidade ideológica, falsificação de documento particular e peculato. O indiciamento não é condenação nem denúncia; é o passo inicial para o eventual oferecimento de denúncia pela PGR.

O relatório segue para análise da Procuradoria-Geral da República, que decidirá se apresenta denúncia, requer o arquivamento ou solicita novas diligências. Em 2024, houve mandados de busca contra o grupo ligado ao deputado, com parecer favorável da PGR.

Situação atual e próximos passos

Segundo apuração da PF, as investigações apontam que o gabinete de Gayer em Goiás compartilhava espaço com uma loja e uma escola de idiomas, levantando suspeitas sobre o uso de cota parlamentar. A PGR terá de avaliar todas as evidências antes de qualquer decisão.

Um assessor de confiança do deputado, cuja prisão ocorreu em atuação anterior sobre atos golpistas, aparece como alvo de parte das buscas. Movimentos recentes indicam que o caso envolve, além da cota, possíveis desvios envolvendo empresas ligadas ao parlamentar.

Gayer informou, em vídeo, que a questão diz respeito a uma escola de idiomas aberta em 2013, negando uso de recursos da cota em atividades privadas. A defesa do deputado deve se manifestar ao longo do trâmite, conforme os próximos passos do processo.

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