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PSD não apoiará Flávio Bolsonaro no 1º turno, diz Kassab

PSD não apoiará Flávio Bolsonaro no 1º turno de 2026; pode aliar-se no 2º e manter candidaturas próprias a Ratinho Júnior ou Eduardo Leite, com Tarcísio em perspectiva

Gilberto Kassab, presidente do PSD, em um evento em Brasília. Foto: Vinícius Nunes/CartaCapital
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  • O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido não apoiará Flávio Bolsonaro no 1º turno da eleição presidencial de 2026.
  • Ele disse que o PSD pode fechar aliança com o projeto bolsonarista no 2º turno e citou a possibilidade de unir-se a Tarcísio de Freitas caso ele dispute a presidência.
  • O PSD pretende manter candidaturas próprias da centro-direita no 1º turno, com pelo menos duas alternativas internas: Ratinho Júnior e Eduardo Leite.
  • Sobre o PL da Dosimetria, Kassab disse que não conversei com toda a bancada e que a posição será definida de acordo com a convicção dos parlamentares.
  • O líder do Centrão afirmou que o projeto pode acalmar o País e afirmou que, se fosse parlamentar, votaria a favor; reconhece a pluralidade de opiniões dentro do PSD.

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o partido não apoiará Flávio Bolsonaro no primeiro turno da eleição presidencial de 2026. A declaração foi feita nesta quinta-feira, 11, durante o 2º Encontro de Prefeitos do Todos Pela Educação, em Brasília. O posicionamento indica candidaturas próprias da centro-direita no 1º turno.

Kassab confirmou que o PSD trabalha com pelo menos duas alternativas presidenciais internas: Ratinho Júnior e Eduardo Leite. O objetivo é manter o caminho com candidaturas próprias, sem apoio a Flávio Bolsonaro no 1º turno.

Apesar da rejeição ao 1º turno, o presidente do PSD não descartou alianças no segundo turno. Ele sinalizou a possibilidade de unir-se ao projeto de Flávio Bolsonaro caso haja segundo turno, e citou ainda a chance de apoiar Tarcísio de Freitas caso ele seja candidato ao Planalto.

Plano estratégico e alianças

Durante o debate com jornalistas, Kassab comentou o PL da Dosimetria, que reduz penas de golpistas de 8 de Janeiro e está em análise no Senado após aprovação na Câmara. O líder do Centrão ressaltou que não conversa com toda a bancada sobre o tema, deixando a decisão aos congressistas conforme suas convicções.

O cacique do Centrão afirmou que o texto pode acalmar o ambiente público e eleitoral. Reconheceu a pluralidade de opiniões no partido, afirmando que, se fosse parlamentar, votaria a favor da proposta.

Ponto de vista interno

Kassab reforçou que o PSD valoriza a diversidade de posicionamentos internos. A avaliação dele é de que a proposta pode contribuir para um clima político mais estável. Não houve sinalização de mudanças abruptas na estratégia de alianças da sigla.

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