- Romário se licenciará do mandato a partir da próxima semana; acordo com o partido previa o afastamento para que o suplente Bruno Bonetti tenha oportunidade de atuar no Senado.
- A duração da licença ainda não foi informada pelo Partido Liberal (PL).
- Durante a licença, Bonetti assumirá votações, relatorias e comissões; Romário ficará no Rio de Janeiro para ouvir eleitores e fortalecer o trabalho local.
- A decisão é descrita pelo senador como uma pausa na rotina em Brasília, sem interromper o compromisso com o Rio e o Brasil.
- Levantamento com base no relatório oficial de votações nominais do Senado aponta que Romário não votou em cinquenta e oito de cento e vinte deliberações em dois mil e vinte e cinco; Bonetti assume as funções parlamentares.
Romário anunciaria licença do mandato a partir da próxima semana, conforme nota divulgada. O acordo foi previamente planejado com o partido para que seu suplente, Bruno Bonetti, tenha oportunidade de atuar no Senado e manter vínculo com o Rio de Janeiro. Durante a licença, o senador ficará no estado para ouvir a população e fortalecer o trabalho local.
Bonetti assumirá votações, relatorias e comissões, conforme o protocolo do Senado. A decisão se dá em meio a um ano legislativo marcado por ausências, com Romário tendo ficado ausente de parte das sessões. A possibilidade de afastamento depende de informações oficiais a serem comunicadas pelo PL.
Romário informou que a medida é apenas uma pausa da atuação em Brasília, mantendo o compromisso com o Rio de Janeiro e com o Brasil. O senador pretende permanecer no estado para atividades junto à comunidade e para acompanhar demandas regionais. O tempo exato da licença não foi informado pelo partido.
Substituição no Senado e impactos
Bruno Bonetti exercerá as funções parlamentares durante a ausência, incluindo votações e participação em comissões. A atuação do suplente pode influenciar o ritmo de votações e de deliberações no período.
A imprensa destacou que, segundo levantamento de CartaCapital com base no relatório oficial de votações nominais, Romário não votou em 58 das 120 deliberações de 2025. O número evidencia o peso das ausências no plenário durante o ano. O PL ainda não divulgou a duração do afastamento.
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