- O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, afirmou que o ministro Dias Toffoli determinou retirar dados da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro encaminhados à comissão.
- Viana disse ter recebido a ordem judicial com indignação, citando que Toffoli teria rejeitado o pedido de suspensão da defesa de Vorcaro.
- Ainda segundo o senador, Toffoli decidiu que as informações enviadas ao colegiado deveriam ser recolhidas e armazenadas na Presidência do Senado.
- O STF não confirmou oficialmente a ordem, e o Senado não comentou o assunto até o momento.
- A CPMI e parlamentares criticaram medidas que, segundo eles, afastam documentos essenciais da comissão e podem enfraquecer a investigação.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta sexta-feira (12) que o ministro Dias Toffoli determinou a retirada de dados da quebra de sigilo de Daniel Vorcaro encaminhados à comissão. A afirmação foi feita com base em uma ordem judicial recebida por Viana, que informou ter reagido com indignação.
Toffoli teria rejeitado um pedido da defesa de Vorcaro para suspender a quebra de sigilo. Em paralelo, o ministro teria decidido que as informações enviadas ao colegiado deveriam ser recolhidas e armazenadas na Presidência do Senado.
STF não confirmou oficialmente a existência da ordem, informado pela CPMI, e o Senado não se pronunciou até o momento. A Procuradoria da STF afirmou não ter informações sobre o assunto; a Advocacia do Senado não respondeu.
Desdobramentos
A reação de senadores foi de preocupação com o acesso a documentos da investigação, segundo fontes. A CPMI continua em andamento, sem novas manifestações públicas até o momento. O espaço permanece aberto para esclarecimentos oficiais.
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